
Secretária de Políticas para Mulheres, Renata Apóstolo Santana, foi a Brasília nesta semana
O Governo do Amapá, através da Secretaria Extraordinária de Políticas para Mulheres (Sepm), captou emendas parlamentares de mais de R$ 6 milhões, para o desenvolvimento de projetos e ações de enfrentamento à violência contra a mulher.
Os recursos foram confirmados durante viagem da secretária de Políticas para Mulheres, Renata Apóstolo Santana, a Brasília, nesta semana. Entre as tratativas positivas está o projeto da Casa da Mulher Brasileira, cujo projeto foi articulado entre a deputada federal Aline Gurgel e a secretária Nacional de Mulheres, Cristiane Britto, juntamente com o presidente do Senado Davi Alcolumbre, atualmente, na função de presidente da República em exercício.
Para a construção da casa, um terreno foi cedido pelo Governo do Amapá. A área está regularizada. O espaço seguirá com o projeto novo readaptado pela nova gestão da Sepm, com adequações à realidade local.
Também em tratativas com a deputada Aline Gurgel, foram conseguidos para o Amapá R$ 300 mil em emendas destinadas à aquisição de um veículo tipo van, adaptado, que funcionará como a Casa da Mulher Brasileira Itinerante, podendo chegar a lugares mais afastados, com menos custos.
“Com essa van adaptada, poderemos chegar a localidades com um acesso mais difícil, com atendimentos de diversos tipos, como psicológico, jurídico e de saúde. Isso é um verdadeiro avanço para a política da mulher no Amapá”, reforça a secretária.
Segundo ela, há também emenda para a aquisição de três viaturas que serão utilizadas dentro do modelo da patrulha Maria da Penha, mecanismo que será imprescindível na prevenção da violência contra a mulher. Ainda dentro desse contexto, o senador Lucas Barreto garantiu R$ 300 mil em emendas para equipar os centros Camuf e Cram, e para adquirir veículos para os atendimentos diários.
Em Brasília, Renata Apóstolo visitou a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, onde discutiu projetos que ajudem a melhorar o auxílio às mulheres que estão nas chamadas comunidades tradicionais, como as quilombolas, indígenas e matrizes ciganas do Amapá.
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