
Participam do curso agentes públicos da área de segurança, envolvendo Santa Catarina e Amazonas
A Polícia Militar do Amapá (PM/AP) abriu oficialmente, nesta quinta-feira, 12, o IV Curso de Operações de Choque, com ações práticas e teóricas, sobre atuações em situações de controle de distúrbios civis, intervenções prisionais, entre outras, focando na capacitação física e em tecnologias não-letais.
O curso atesta a situação mental e física dos alunos. Participam 46 agentes públicos da área de segurança, envolvendo três militares do estado de Santa Catarina (SC), dois do Amazonas (AM), três agentes penitenciários e um agente da Polícia Civil (PC); além de 37 policiais militares dos diversos batalhões da PM, contando ainda com 4 mulheres.
Os procedimentos militares vão acontecer durante 62 dias, em tempo quase integral, com coordenação do Batalhão de Operações Especiais (Bope), e instruções da Companhia de Choque.
A aula inaugural contou com a participação de ex-comandantes das tropas de elite da PM, que evidenciaram o início dos batalhões e as primeiras atividades das tropas. A abertura ocorreu no auditório da Polícia Federal (PF).Segundo o comandante geral da PM/AP, coronel Paulo Matias, o curso apresentará aos participantes novidades, e, certamente, os concluintes estarão preparados para ingressar nas tropas especiais da polícia.
“Tenho confiança em meus militares, que, com toda certeza, realizarão o melhor curso de choque de todos os tempos. Aperfeiçoaremos agentes para atuarem em situações mais adversas possíveis”, destacou.
O tenente da Polícia Militar de Santa Catarina Felipe Caseres falou sobre a expectativa em integrar um curso de elite considerado um dos melhores do Brasil. “Praticamente atravessamos o país para aprender, pois, o curso do choque no Amapá é considerado um dos três melhores do Brasil. Aqui, seremos alunos, e, se tudo ocorrer dentro do nosso planejamento, sairemos daqui prontos para repassar esse aprendizado”, declarou.O coordenador do curso, tenente Rafael Bispo, falou sobre os ensinamentos que serão repassados aos agentes. “É uma responsabilidade muito grande coordenar todas as instruções, mas, contaremos com o auxílio de outros instrutores, e, certamente, conseguiremos repassar os ensinamentos necessários a esses agentes públicos para atuarem em situações específicas que requeiram uma maior técnica”, falou.
Para participar do curso, foi lançado um edital interno para inscrições, onde mais de 90 se inscreveram, e 46 foram aprovados. Durante o processo de seleção, foram analisadas, principalmente, as fichas de cada profissional. A expectativa é formar, no mínimo, 12 militares neste processo.A Companhia de Choque é ligada ao Bope e, atualmente, tem 42 militares.
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