
População lotou a praça em frente à Casa do Artesão para prestigar a programação do Arraial
A Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete) divulgou nesta segunda-feira, 17, o faturamento com a venda de artesanato e alimentos no Arraial com Feira de Artesanato e Empreendedorismo, ocorrida no sábado, 15, na praça em frente à Casa do Artesão, em Macapá. O valor total foi de R$ 11.335,00. Foram vendidas 511 peças na feira, gerando R$ 4.141,00 para um total de 32 artesãos. A Casa do Artesão comercializou 274 peças, num total de R$ 2.524,00. A área de alimentação contou com seis empreendedores e gerou R$ 4.165,00 em vendas. Os três empreendedores ambulantes venderam R$ 225,00 em bebidas e o pula-pula rendeu R$ 280,00.
Além de fomentar o empreendedorismo dos artesãos, o objetivo foi criar um evento alternativo no período junino para atrair público para o local. Acompanhado da esposa e filho, o autônomo Rogério Sílvio de Souza gostou do ambiente e até fez questão de dizer que é preciso realizar com mais frequência. “É um local privilegiado em pleno centro da capital, bem em frente ao Rio Amazonas. Creio que as pessoas se sentem felizes em visitar a Casa do Artesão, trazer a família e comprar os produtos”, observou.
A professora Layane Arrelia prestigiou a programação do Arraial ao lado do marido e filho e considerou positiva a festa. “Estamos iniciando os festejos juninos e nada mais legal do que promover um evento com esta temática aqui na Beira-Rio. A gente sente falta deste tipo de atividade”, pontuou. O filho dela ganhou um brinde por estar com roupa caracterizada com temática junina.
A programação do Arraial com Feira de Artesanato e Empreendedorismo contou apresentação da quadrilha junina Raízes Culturais, do Grupo de Dança Amigos da Toada, da Escola de Dança Petit Dance, brincadeira da corrida do saco, pula-pula, correio do amor, prisão, espaço para foto caipira, som mecânico, concurso de miss caipira, de melhor caracterização junina e sorteio de brindes.
A venda de alimentos e artesanato também chamou a atenção. Em menos de quatro horas, a empreendedora Maria José Lima Araújo, a “Madê” já tinha comercializado mais de 90% dos alimentos. “Levei tacacá, maniçoba, mingau, risoto, refrigerante e água mineral e consegui boas vendas”, comemorou.
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