A plenária da 6ª Conferência Estadual das Cidades esteve reunida nesta quarta-feira (27), no auditório da Caixa Econômica Federal tirando dúvidas e debatendo assuntos referentes a Conferência Estadual, marcada para março de 2017.
A comissão é composta pela Secretaria das Cidades e Infraestrutura, do Conselho de Habitação de Interesse Social e da Comissão Preparatória Estadual da 6ª Conferência Estadual das Cidades do Amapá. Na ocasião, foram repassadas as formalidades para realização das conferências municipais e também foi aberto um espaço para que as comissões pudessem tirar todas as dúvidas sobre as etapas que antecedem a Conferência Nacional.
Na etapa municipal são eleitos propostas e delegados que participarão da 6ª Conferência Estadual das Cidades, marcada para acontecer entre os dias 25 a 27 de março de 2017. A etapa estadual produz propostas e elege 33 delegados para a 6ª Conferência Nacional das Cidades.
Alcir Matos, secretário do Desenvolvimento das Cidades, enfatizou a participação de gestores e representantes dos 16 municípios do Estado. “Esperamos somar esforços com o objetivo de avançar na construção de uma política voltada para o desenvolvimento, visando melhorias para mobilidade urbana, habitação e saneamento básico” frisou.
Participação municipal
Ao todo, quatro municípios do Amapá já realizaram suas Conferências: Pracuuba, Tartarugalzinho, Itaubal e Porto Grande. Para o mês de maio estão agendadas as conferências de Mazagão (6), Cutias (13), Laranjal do Jari (19 e 20), Macapá (19 e 20), Pedra Branca do Amapari (27). Os demais municípios realizarão suas conferências no mês de junho, prazo final para a realização.
Na plenária a representante de Pracuuba, Iara Viera, deixou claro o desafio de seu município com as áreas de saneamento básico ambiental, turismo e sua infraestrutura básica, mobilidade urbana e outros. “Queremos ver o que será discutido nas conferências. Precisamos levar o que foi proposto aqui ao maior número de munícipes, para que juntos possamos buscar melhorias“, citou a coordenadora.
A representante Nildes Sampaio, do Concidades, ligado ao Ministério das Cidades, ressaltou que o objetivo da plenária é fazer a interlocução com os diversos segmentos da sociedade, dialogando e mobilizando os municípios e Estados para realizarem as conferências municipais. Serão nesses espaços que os municípios poderão apresentar seus principais problemas sociais. Ela esteve acompanhada do representante dos movimentos populares nacionais e participante do Conselho Nacional das Cidades, Paulo Afonso. “O governo brasileiro chama o cidadão para fazer suas discussões de políticas públicas. As demandas positivas nascem a partir de quem sente. É o cidadão que traz as demandas, e as entidades públicas tem o dever de fazer a organização e os encaminhamentos”, disse Nildes Sampaio.
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