
Aplicativo foi planejado para ter maior interatividade com os usuários, ao mesmo tempo em que informa sobre as doenças e como preveni-las
O aplicativo que une diversão e trabalho para reduzir índices de dengue, zika chikungunya já está disponível. Criado pelo Governo do Estado do Amapá (GEA), o jogo Caça ao Mosquito pode ser encontrado nas plataformas Play Store e Apple Store, que atendem aos sistemas operacionais de celular IOS, para iphones, e Android, para smartphones. Basta pesquisar o nome do app – “Caça ao Mosquito” –, baixar e instalar.
O jogo consiste em executar tarefas, da sessão “cuidados”, para aumentar a pontuação e se manter no topo do ranking de competidores. Para isso, o jogador deve cumprir as tarefas estabelecidas no app. Como na vida real, o vilão é o mosquito Aedes aegypti.
Essas missões que o usuário deve cumprir vão desde ler informações sobre as doenças a postar denúncias de focos do mosquito Aedes da sua cidade – válido para os 16 municípios do Estado do Amapá. Quanto mais tarefas cumpridas, mais pontos.
Durante o jogo, o usuário tem aceso a informações sobre sintomas, cuidados e localizações das unidades municipais de saúde de todas as cidades amapaenses. Antes de jogar, o usuário deve fazer um rápido cadastro, com dados de nome, e-mail e telefone. Todo dia tem-se uma tarefa a fazer, e toda tarefa é pontuada.
O Caça ao Mosquito foi desenvolvido pela Secretaria de Estado da Comunicação (Secom) em conjunto com o Centro de Processamento de Dados do Amapá (Prodap). Chama a atenção a concepção da funcionalidade do joguinho e a interface lúdica, confeccionada especialmente para atrair o público infantil e jovem, explicou o diretor-presidente do Prodap, Lutiano Silva.
Segundo ele, tecnologias de mercado foram aplicadas para a confecção do software, como a unidade mobile, angular e postgresql, entre outras. O Caça ao Mosquito tem mais funcionalidades que o antigo app lançado pelo GEA, o “Detona Aedes”, que ainda está disponível nas plataformas, mas deverá ser retirado em breve.
Segundo Lutiano Silva, o novo app foi planejado para ter maior interatividade com os usuários, ao mesmo tempo em que informa sobre as doenças e como preveni-las.
O aplicativo tem recursos de geolocalização. Quando uma tarefa do jogo é a postagem da foto de um foco do Aedes, por exemplo, o endereço de onde a imagem foi feita pode ser referenciado por GPS do Google Maps. Esta informação é guardada pelos gerenciadores do app e é ela que interessa para o verdadeiro objetivo do jogo.
Monitoramento
As informações fornecidas pelo app, enquanto os usuários se divertem jogando, geram relatórios, cujos dados são enviados para a Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), que compila as informações e direciona aos municípios de todo o Estado, para que eles possam nortear as ações contra o Aedes.
“Agora o usuário pode aprender interagindo, pois é um jogo e exige cumprimento de tarefas. Enquanto ele joga, vai absorvendo uma gama de informações sobre as doenças e ajuda a fornecer outras informações para o monitoramento da cidade, onde estão os focos e assim o poder público pode elaborar com mais consistência de dados as suas ações pontuais contra o mosquito, que é o vilão no jogo e vida real”, explicou o diretor-presidente do Prodap.
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias de Comunicação no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO




