
Mandados foram cumpridos em Laranjal do Jari e na cidade paraense de Monte Alegre, além do Iapen, em Macapá
A Polícia Civil do Amapá deflagrou nesta sexta-feira, 1, a primeira fase da “Operação Derrocada”, no município de Laranjal do Jari, distante cerca 240km da capital. A ação visa desarticular uma facção criminosa que vem atuando na região nos mais diversos crimes como roubos, tráfico de drogas e homicídios. A operação tinha 68 mandados, entre prisão preventiva e de busca e apreensão, dos quais 28 foram cumpridos resultando em prisões. Além disso, ocorreram 6 prisões em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Uberlândio Gomes, este ano já ocorreram mais de 350 prisões e com um número expressivo de pessoas ligadas a grupos criminosos. “Estamos enfrentando diretamente as chamadas facções e essa operação no Jari foi uma ação que desarticulou um grupo que surgiu na região e já apresentava ramificações em outros três municípios”, ressaltou Gomes.
Uma das prisões em flagrante ocorreu no município paraense de Monte Alegre, com apoio de agentes da Polícia Civil do Pará, onde a residência de uma mulher era alvo de mandado de busca e apreensão, tendo sido encontrado, no local, um colete balístico e duas armas de fogo de calibres 12 e 38.
Durante as diligências, que ocorreram em seis bairros do município de Laranjal do Jari, foram apreendidos dois carros, uma motocicleta, um revólver calibre 22, celulares, notebooks, televisores e agendas com possíveis anotações do tráfico de drogas.
A operação ainda se desenvolveu em Macapá, com o cumprimento de quatro mandados de prisão e quatro de busca e apreensão no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), coordenada pelo delegado Wellington Ferraz, titular da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Pessoa (Decipe).
Toda a ação foi conduzida pelo delegado Estéfano Santos, titular da 1ª Delegacia de Laranjal do Jari, e recebeu o apoio direto da Delegacia de Vitória do Jari; além do suporte do Núcleo de Operações de Inteligência (NOI), Departamento de Polícia do Interior (DPI) e da Equipe da Captura. Atuaram na operação cerca de 60 agentes.
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