
Campanha também concende desconto a empreendedores adimplentes que desejam adiantar o pagamento das parcelas.
A campanha de renegociação de dívidas lançada pela Agência de Fomentos do Amapá (Afap) em 10 de dezembro encerra nesta quinta-feira, 27. A ação, denominada “Afap Recupera”, é direcionada a empreendedores amapaenses que possuem dívidas com a instituição. Dessa forma, clientes com parcelas em atraso, após o período de 30 dias, podem renegociar suas dívidas com descontos de até 100% nos juros de mora - aqueles referentes ao atraso no vencimento das parcelas.
Ao aderir ao acordo, o empreendedor torna-se adimplente e já pode continuar investindo nos negócios por meio de novos financiamentos. “Até mesmo aqueles clientes que não estavam em débito estão procurando para antecipar o pagamento”, confirmou a assistente do Setor de Cobrança da Afap, Wilma Figueira.
Os clientes que possuem débitos devem procurar o Setor de Cobrança da Afap, onde sua situação será avaliada. “Definiremos a melhor forma de parcelamento e o desconto da dívida; cada caso é um caso, e os descontos sobre multas e juros devedores podem chegar até 100%”, reforçou Wilma.
O refinanciamento pode ser feito em qualquer período do contrato, sem limite no valor do débito, outra opção é alterar a data do vencimento das parcelas para fugir dos juros. O atendimento é feito, das 8h às 15h, na Agência matriz que funciona na Rua Cândido Mendes – 1111, Centro de Macapá.
Para os empreendedores que já estiverem com as dívidas judicializadas, o setor jurídico da Afap atenderá também de maneira particular todos os interessados em diminuir os valores em atraso. O processo judicial é a última instância, mas antes, a agência busca um caminho para conciliar esse pagamento de acordo com a renda de cada empreendedor.
O Setor de Cobrança da Agência de Fomento ainda alerta que, quando fica em débito, o cliente tem o nome inserido no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa. “Por isso, nós convidamos os nossos clientes para aproveitar a oportunidade de regularizar seu crédito, garantindo que ele continue desenvolvendo a atividade econômica”, registrou Wilma Figueira.
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