
O projeto encerrou o ciclo de atividades de 2018 premiando os idosos que participaram das competições do IV Jogos Internos
O projeto Quinta Feliz desenvolvido há cerca de dez anos pela Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), deverá ser ampliado em 2019. A secretaria está fechando parceria com a Universidade do Estado do Amapá (Ueap), para que as atividades lúdicas e recreativas como jogos, passeios e palestras, sejam realizadas no prédio da universidade.
“Atendemos atualmente sessenta idosos, a maioria com mais de 60 anos e, se faz necessário realizar as atividades em um ambiente mais adequado. Firmada essa parceria, eles também deverão participar de trabalhos científicos com a terceira idade, promovidos pelos universitários”, revela o professor de Educação Física e coordenador do projeto, Agostinho Lopes.
O projeto encerrou o ciclo de atividades de 2018 premiando os idosos que participaram das competições do IV Jogos Internos, que ocorreu durante todo o mês de novembro. A entrega de medalhas ocorreu na quinta-feira, 6, no palco das disputas, o Ginásio Paulo Conrado, localizado no Centro de Macapá.
Esta edição trouxe modalidades esportivas adaptadas entre competições de dama, vôlei, acerte ao alvo, boliche, dominó e chute ao gol.
Pororoca e Rosa eram as duas equipes que disputavam, mas a quem recebeu o título de campeã foi a equipe Pororoca, da vovó Iaia, conhecida por seu destemor e gosto por aventuras aos seus 109 anos de idade.
Vovó Iaiá participou de todas as competições
Como forma de incentivo a continuarem participando do Quinta Feliz, todos os idosos foram premiados de acordo com o desempenho por modalidade. Medalhas de ouro, prata e bronze foram entregues para primeiro, segundo e terceiro colocados, respectivamente. A programação ainda contou com sorteio de brindes e a escolha da miss e, quem levou o título foi a idosa Célia Ribeiro, 61 anos.
Projeto
O projeto Quinta Feliz proporciona qualidade de vida por meio do esporte, entretenimento e inclusão social, bem como, no combate à ociosidade, solidão, depressão e sedentarismo, promovendo saúde física, mental e emocional.
“A inclusão do idoso é uma tarefa desafiadora, pois muitos deles já chegam até nós com estigmas de rejeição e abandono, causados, na maioria das vezes, no seio familiar. Mas, através das atividades em equipe, eles se sentem acolhidos, úteis e saudáveis”, reforça Agostinho Lopes.
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