Segundo Patrícia Brito, diretora-presidente da Caesa, após o resultado, a Companhia publicará a convocação de candidatos aprovados, de acordo com a necessidade imediata da Companhia e sua capacidade de treinamento, iniciando pelo procedimento de avaliação documental e de exames médicos dos candidatos convocados.
A Caesa também já estipulou equipe para proferir o treinamento operacional aos convocados no concurso público. “Espera-se que até o mês de fevereiro de 2016 os novos funcionários já estejam tomando posse e trabalhando nos polos escolhidos pelo aprovado, no momento da inscrição, e nos locais designados pela Companhia”, explicou a diretora-presidente da Caesa.
Segundo a Intelectus, dos 35.617 de inscritos para os exames, 17% dos candidatos – total de 6.141 pessoas – não compareceram aos locais de provas estabelecidos pela banca organizadora.
Foram utilizadas 84 instituições de ensino, entre elas escolas do Governo do Estado, Município e privadas. “O processo de aplicação das provas transcorreu de acordo com a legislação e com total transparência para os candidatos”, salientou Kátia Rabelo, presidente da Intelectus.
No total, foram disponibilizados 3.244 profissionais para a aplicação das provas em todas as escolas. Para manter a lisura no procedimento, 400 detectores de metal e porta-objetos transparentes foram distribuídos para a coordenação de cada local de prova.
Na Escola Estadual Tiradentes foram alocados 347 candidatos portadores de necessidades especiais que dispuseram de 15 profissionais específicos para auxílio durante a prova. “Foram dispostos ledores, tradutores de libras e braile, que ajudaram os candidatos a realizar as provas do domingo”, enfatizou Kátia Rabelo, presidente da Intelectus.
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Alguns candidatos ficaram impossibilitados para realizar as provas nas escolas, então, solicitaram pedido prévio a Intelectus para que pudessem realizá-las em hospitais de Macapá. “Em companhia de fiscais da Cooperativa, dois candidatos que tiveram fraturas nas pernas fizeram prova na ala de ortopedia do Hospital de Clínicas Dr. Alberto Lima e mais uma candidata na Maternidade de um hospital privado da capital”, explicou a presidente da Intelectus.
Ao final da realização das provas, a Cooperativa avaliou positivamente todo o procedimento do concurso público. “Realizamos um dos maiores e mais organizados concursos do Amapá. O processo de aplicação de provas findou com saldo positivo e ruídos que ocorreram no momento foram sanados imediatamente graças à equipe treinada para a resolução dos mesmos”, concluiu Kátia Rabelo.
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