
Este foi o primeiro encontro entre os representantes da mineradora chinesa com um órgão estadual, para a instalação no Amapá
Um grupo de investidores chineses da empresa Top Glopy do Brasil Mineração LTDA, que já atua na extração e processamento de minério de ferro na Bolívia, está no Amapá em busca de orientação de órgãos do governo para se instalar no Estado.
Os investidores foram recepcionados nesta quinta-feira, 12, na Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá pela diretora-presidente Tânia Maria e sua equipe técnica, que auxiliou os chineses quanto aos trâmites necessários e roteiro padrão de documentos que a empresa deve reunir para se registrar e posteriormente solicitar um estudo de disponibilização de áreas nos Distritos Industriais do Estado.
Durante o encontro, o grupo informou que já visitou alguns munícipios como Macapá, Pedra branca do Amapari e Serra do Navio, onde há concentração de rejeito de minério de manganês. Um dos diretores da mineradora, Tao Xing Min, garantiu que a empresa deseja investir em solo amapaense com aporte financeiro de cerca R$ 150 milhões para se instalar e com a oportunidade de gerar 100 novos postos de trabalho inicialmente.
Este foi o primeiro contato do grupo com o órgão governamental para tratar sobre a instalação no Amapá. Nos próximos dias eles devem retornar à Agência Amapá, para apresentar o projeto da empresa. De acordo com o diretor de Investimentos da Agência Amapá, José Molinos, após a apresentação oficial da mineradora, a Agência poderá levá-los a visitar áreas disponíveis no Distrito Industrial, para que, futuramente, possam oficializar a solicitação de acompanhamento do projeto e solicitação de área do governo.
A diretora-presidente da Agência Amapá, Tânia Maria, ressaltou o interesse do governo em recepcionar projetos que venham agregar no processo de desenvolvimento econômico do Estado, porém, com muita responsabilidade para garantir o sucesso de ambos os lados.
“Combinamos um novo encontro para que possamos avançar no processo quanto aos trâmites de documentos em outros órgãos, e assim, eles consigam registrar a empresa, oficializar um pedido de autorização de área no Distrito Industrial e num futuro bem próximo, passar a atuar no Estado contribuindo com o desenvolvimento da nossa economia”, ressaltou Tânia Maria.
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