
Os projetos foram apresentados à banca avaliadora composta de profissionais das áreas tecnológica, de pesquisa e administração pública
Sete novos projetos tecnológicos foram apresentados no Seminário de Avaliação do Programa de Inovação com Tecnologia da Informação (PITI). O evento ocorreu no auditório do Centro de Gestão de Tecnologia da Informação (Prodap) e representa a primeira etapa da Chamada Pública de Nº. 005/2017, em que cada proponente apresentou suas propostas.
O objetivo é fomentar projetos na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e estimular iniciativas inovadoras relevantes que proporcionem soluções de baixo custo para a gestão dos serviços públicos no Estado.
Foram 18 projetos inscritos, mas somente 7 efetivados e apresentados para a banca avaliadora, composta por profissionais das áreas tecnológica, de pesquisa e administração pública. Dos quatros eixos que constam no edital, três foram apresentados durante o seminário de avaliação: saúde, desenvolvimento econômico e administração pública.
A partir da avaliação, será feito um ranking e os aprovados seguirão para a segunda etapa do PITI, chamada de pré-aceleração, para criação de protótipos, através de suporte e capacitação técnica durante quatro meses.
De acordo com diretor-presidente do Prodap, Lutiano Silva, o programa é divido em três etapas, que são o processo de seleção dos inscritos, capacitações e a etapa final que será a seleção das cinco propostas que irão receber o fomento do Governo do Estado, para a implantação projeto.
“O principal objetivo do programa é desenvolver soluções tecnológicas para resolver problemas da administração pública. Os participantes entram no programa como cidadão comum e saem como empresários, que irão auxiliar no serviço público do Estado”, explicou Lutiano Silva.
Os valores disponibilizados para financiamento dos projetos aprovados pelo Programa de Inovação com Tecnologia da Informação são de R$ 50 mil, para financiamento individual até o teto máximo de R$ 250 mil. A meta é que cinco projetos consigam avançar para a terceira e última etapa e cessar o recurso para subsidiar a implantação das novas empresas.
O certame é direcionado a pessoas físicas residentes há, no mínimo, cinco anos no Amapá, que apresentem uma ideia inovadora, estejam regularmente matriculadas em cursos de graduação ou pós-graduação em Instituição de Ensino Superior pública e privada sediada no Estado.
O programa é desenvolvido em parceria com instituições de ensino e de pesquisa como a Universidade Federal do Amapá (Unifap), Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec), Fundação de Amparo e Pesquisa do Amapá (Fapeap), Prodap, entre outras.
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