A chefe de fiscalização do Procon, Lana Silva, disse que a lista tabelada com os preços poderá facilitar a vida dos pais na hora das compras. Segundo ela, a intenção da operação também é verificar possíveis irregularidades nos estabelecimentos que fazem a comercialização de materiais escolares.
“A operação vai averiguar a diferença de preço ou descontos do dinheiro para cartão, exemplar do Código de Defesa do Consumidor, além do abuso de preços. A intenção da pesquisa é oferecer uma referência de custos aos consumidores”, declarou.
A pesquisa terá como foco produtos idênticos e semelhantes e os mais pedidos na lista, como lápis de cor, hidrocor, régua, tesoura, apontador, cadernos, canetas e outros.
A loja em que forem constatadas irregularidades poderá sofrer um processo administrativo que pode levar à aplicação de uma multa, recolhimento dos produtos e até fechamento do estabelecimento. As empresas têm o prazo de 15 dias para se readequar as exigências.
A empresária Karla Marfizia há cinco anos comercializa materiais escolares e elogiou a operação. Segundo ela, a tabela garante que o consumidor compre os itens com preços mais acessíveis. “Geralmente, com a proximidade da volta às aulas, as papelarias costumam elevar os preços. Aqui, nós damos o desconto e garantimos a qualidade dos nossos produtos. Esse ano será diferente do ano passado, as pessoas estão se antecipando nas compras”, finalizou.
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