
Os representantes das entidades procuraram a SDR e o Rurap em busca de orientações técnicas para dar início ao programa.
As 13 associações contempladas com a primeira, das quatro parcelas no valor de R$ 251,5 mil do Programa de Produção Integrada (PPI), estão preparando os últimos detalhes para iniciarem as atividades no dia 20 de janeiro. Os representantes das entidades procuraram a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (SDR) e o Instituto do Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap) em busca de orientações técnicas quanto à aquisição de insumos agrícolas e mecanização da área para plantio.
É que cada agricultor associado recebeu R$ 4,6 mil, sendo R$ 2,2 mil para o preparo mecanizado de área para plantio e R$ 2,4 mil para insumos agrícolas a fim de corrigir a fertilização de solos. Mas, eles estavam enfrentando dificuldades para comprar os materiais e procuraram o diretor-presidente do Rurap, Osvaldo Hélio Dantas, e o secretário de Desenvolvimento Rural, Robério Aleixo, os quais orientaram sobre os procedimentos.
Com as dúvidas sanadas, as entidades agora seguem tomando as medidas para que fique tudo pronto até o dia 20 de janeiro. “A reunião foi proveitosa porque apresentamos as dificuldades que estávamos enfrentando e na próxima reunião marcada para 26 de janeiro, já estaremos com os problemas solucionados”, testificou a presidente da comunidade do Maçaranduba II, Jociclei da Silva Sousa.
PPI
No fim do ano passado, o governo do Estado anunciou a liberação de R$ 1,1 milhão para 13 associações que participaram da Chamada Pública do Programa de Produção Integrada. A primeira parcela no valor de R$ 251,5 mil foi liberada no dia 22 de dezembro com a assinatura do Termo de Cooperação no Palácio do Setentrião.
O PPI possibilita o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento rural, com a introdução de tecnologias aliada à sustentabilidade social, econômica e ambiental.
Chamada Pública
A seleção das 13 entidades foi realizada em duas etapas. A primeira consistiu na habilitação jurídica e fiscal, em que os documentos solicitados pelo edital foram apresentados pelas entidades e avaliados pela comissão organizadora do programa. A segunda fase contemplou a análise de critérios técnicos, momento em que as associações apresentaram um plano de trabalho de acordo com as especificações da Chamada Pública.
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