
Representantes de entidades públicas e privadas reuniram-se no Sebrae para avaliar ações do Fórum
O Fórum Estadual das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, formado por entidades públicas e da iniciativa privada, reuniu-se esta semana no Sebrae para avaliar os resultados das ações implementadas em 2017, apresentar novas propostas e ações, além de elencar diretrizes para serem abordadas no próximo fórum.
O diretor-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado do Amapá, Eliezir Viterbino, ressaltou que o setor tem recebido a valorização necessária para atuar, referindo-se à criação do Fórum Estadual das Micro e Pequenas Empresas e a assinatura do projeto de lei complementar que institui o Estatuto da Lei Geral do Microempreendedor, aprovada no último dia 14 pela Assembleia Legislativa do Amapá.
“O governo do Estado tem atuado fortemente neste setor, principalmente por entender a importância desses empreendedores para a nossa economia. O microempreendedor é o que mais emprega e também o que mais demora a desempregar. Então, para gerar emprego e renda, precisamos gerar negócios, é para isso que existe o fórum, para que possamos juntos, entidades públicas e privadas discutir os avanços”.
O superintendente do Sebrae/AP, João Carlos Alvarenga, avaliou positivamente as ações do governo do Estado em relação ao microempreendedor.
“Acompanho a luta pela valorização deste setor há muito tempo e, por isso, é importante dizer que somente no governo de Waldez Góes é que este setor recebeu valorização. Fomos o primeiro Estado a implantar a Lei Geral das Microempresas depois de sancionada a lei federal”, frisou Alvarenga.
Outros membros também fizeram suas considerações, durante a segunda plenária, que constarão no documento oficial com as propostas do fórum para 2018.
O presidente da Federação das Entidades de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Amapá (Femicro), Raimundo Batista, por exemplo, também falou sobre a importância da reativação e dos trabalhos realizados pelo fórum e apresentou dados colhidos pela federação.
Segundo ele, mais de 20% do PIB, 52% das carteiras assinadas e mais de 40% dos salários são gerados pelas micro e pequenas empresas.
“Por isso temos, sim, que valorizar o trabalho do governo do Estado, por meio da Agência Amapá, de ajudar os microempreendedores a discutir como desburocratizar, como utilizar a tecnologia a nosso favor, como acessar as compras governamentais e uma série de outros benefícios que a reativação do fórum nos permitiu vislumbrar”, destacou Batista.
O Fórum Estadual vinculado à Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá é uma ferramenta que busca o amplo debate, orientação e a formulação de novas políticas de desenvolvimento para as Micro e Pequenas Empresas e o Microempreendedor Individual do Estado. Representado por entidades governamentais e também da iniciativa privada, o fórum também visa fortalecer a atuação das entidades no desenvolvimento de ações que beneficiem o setor.
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