
Dorinaldo Malafaia, titular da SVS, destacou o envolvimento dos órgãos e da sociedade para combater o Aedes
Iniciaram nesta quarta-feira, 11, no auditório da Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS), os trabalhos para a Semana Nacional de Mobilização Contra o Aedes aegypti no Amapá.
O Governo do Estado do Amapá convidou para um encontro diversas instituições de diferentes segmentos, como a Secretaria de Estado da Educação (Seed), Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims), Defesa Civil, Exército, Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), Ministério Público do Amapá (MP-AP) Fundação Nacional de Saúde (Funasa), representantes das prefeituras, dentre outros.
O objetivo da primeira reunião foi definir as ações que serão realizadas na semana e como cada parceiro irá colaborar na campanha. A Semana Nacional de Mobilização Contra o Aedes no Amapá deverá ocorrer entre os dias 6 e 10 de novembro.
Amapá está vencendo o Aedes
De acordo com dados da SVS, em 2017 a redução dos casos confirmados de zika chegou a 97%, enquanto que os casos de dengue reduziram 61% e os de chikungunya caíram 21%. Outro dado importante é que em 2017 não foi registrado nenhum caso de microcefalia no Amapá.
Os indicadores positivos permitiram também aos municípios a autorização pelo Ministério da Saúde do repasse referente à segunda parcela do Piso Variável de Vigilância em Saúde para as ações contingenciais e preventivas para o controle do mosquito.
De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde do Amapá, Dorinaldo Malafaia, os dados positivos obtidos nos últimos anos devem servir de estímulo para que os diferentes agentes multiplicadores que integrarão a campanha cheguem até o máximo possível de espaços na sociedade para conscientizar a população sobre os riscos das doenças que o mosquito pode transmitir.
“O esforço entre os agentes envolvidos e a conscientização da população sobre a importância de tomar medidas preventivas para evitar as doenças são fundamentais para que o Amapá hoje esteja vencendo a luta contra a dengue, o zika e a febre chikungunya. Esse esforço deve continuar para que obtenhamos nova redução em 2018”, destacou o gestor.
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