O comandante do 8º Batalhão da Polícia Militar (PM), capitão João Paulo foi quem conduziu a negociação com os internos. Policiais da Companhia de Choque, do Batalhão de Operações Especiais (Bope), entraram no bloco para consolidar o controle da situação e fazer uma revista interna, que é um procedimento adotado nesses casos. Todos os internos foram levados para a quadra esportiva do Centro. Durante a revista, os militares encontraram uma arma branca que foi usada para ameaçar os reféns.
Segundo a Diretoria de Comunicação da PM, os três internos queriam as chaves que davam acesso a outro bloco. A intenção deles era fazer um acerto de contas com outro educando, segundo o que foi apurado pela PM.
Os três internos envolvidos no caso completam hoje 18 anos. Assim, eles já respondem criminalmente como adultos por ameaça e cárcere privado. Eles foram levados para o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval, onde prestaram esclarecimentos.
A direção do Centro informou que vai abrir procedimento para apurar como os educandos tiveram acesso à arma branca. Uma contagem confirmou que não ocorreu nenhuma fuga.
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