
Maçonaria vai se apresentar com um pelotão formado por 300 pessoas
Nesta quinta-feira, 7, a população amapaense poderá assistir ao tradicional desfile cívico que, em 2017, comemora os 195 anos de soberania do Brasil. Organizada pelo Governo do Amapá, a programação inicia às 7:30h, no sambódromo, zona sul da capital. Passarão pela Avenida Ivaldo Veras 15 instituições militares e organizações da sociedade civil que desenvolvem atividades em benefício da população. A estimativa é que 15 mil pessoas assistam ao evento que é coordenado pelo Grupo de Segurança Institucional (GSI), do Palácio do Setentrião.
Uma das instituições participantes do desfile é a maçonaria, que vai se apresentar com um pelotão formado por 300 pessoas, incluindo maçons, suas esposas (conhecidas como cunhadas), além de jovens das ordens DeMolay e Filhas de Jó.
Ao todo, a entidade reúne 1400 participantes no Amapá (no Brasil são 90 mil) e tem como objetivo de fazer o bem ao próximo e discutir assuntos que envolvam a Pátria e a sociedade em reuniões que ocorrem semanalmente em lojas maçônicas (estruturas dedicadas exclusivamente aos encontros dos maçons). Os participantes são integrantes de Grande Loja Maçônica e da Grande Oriente do Brasil, que, com 195 anos, é a loja mais antiga do país.
A maçonaria – conhecida por atuar com discrição - desenvolve importantes trabalhos sociais no Amapá e periodicamente auxilia entidades como a Casa da Hospitalidade e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). “Estamos sempre dispostos a ajudar e nos reunimos para levar auxílio, donativos ou mesmo uma palavra amiga a quem precisa”, explica o mestre maçom e jornalista, Luís Eduardo Fernandes. Ele acrescenta que, mensalmente, a organização auxilia cerca de 1500 pessoas.
Escoteiros
Também participarão do desfile 180 crianças, adolescentes e jovens que fazem parte do Grupo Escoteiro do Amapá e Clube dos Desbravadores da Igreja Adventista dos Últimos Dias que se apresentará com dez pelotões.
A diretora da Fanfarra dos Desbravadores, Laura Guerra, ressalta que o escotismo é um estímulo aos jovens a serem verdadeiros líderes, por isso, é um movimento que cumpre um importante papel social. “Eles são incentivados a aprender trabalhos manuais, técnicas de preparo de alimentos, sobrevivência, assistência à sociedade em caso de calamidades públicas, bem como incentivo à conservação da natureza”, pontua.
Passarão pela avenida dois grupos de escoteiros que reunião 60 participantes, entre eles os lobinhos (crianças de cinco, seis e dez anos), escoteiros (de 11 a 14 anos), guias (15 a 17 anos) e pioneiros (18 a 21 anos), além de chefes escoteiros.
Jeep Club
Outro grupo que se apresentará no evento é o Jeep Club de Macapá, que levará para a Ivaldo Veras 26 carros no modelo que dá nome à equipe criada em 2004 e que, atualmente, reúne 30 sócios ativos oriundos das mais diversas camadas sociais, etnias e áreas profissionais.
Desde sua criação, além de desenvolver práticas esportivas de aventura, o clube executa ações sociais em Macapá e no interior do Estado. “Para fazer parte do Jeep Club de Macapá não basta ter um quatro por quatro, tem que ter um espírito aventureiro e um coração solidário”, frisa a diretora-presidente do Jeep Clube Macapá, Perpétua Mourão.
As ações filantrópicas consistem em doações de alimentos às instituições beneficentes como a Apae de Laranjal do Jari e Casa da Hospitalidade, em Santana. O grupo também possui preocupações ambientais e, no último Dia Mundial do Jipe, comemorado em 4 de abril, entregou mudas ornamentais e frutíferas a simpatizantes do movimento.
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