
As instruções acontecem na Escola de Administração Pública (EAP), sob coordenação da Agência de Pesca do Amapá (Pescap).
O Curso Básico de Piscicultura promovido pelo governo do Estado iniciou nesta segunda-feira, 14, e conta com a participação de 50 alunos, entre empreendedores do ramo de piscicultura e acadêmicos da área. O objetivo é oportunizar por meio da capacitação uma cadeia produtiva robusta no Estado.
As instruções acontecem na Escola de Administração Pública (EAP), sob coordenação da Agência de Pesca do Amapá (Pescap). Serão 40h de aulas distribuídas em cinco dias, com conteúdo teórico e prático.
Segundo o diretor presidente da Agência de Pesca do Amapá (Pescap), Clésio Cardoso, o curso está dividido em três módulos e os profissionais que ministrantes são mestres, especialistas e técnicos da Pescap e da Agência de Fomento do Amapá (Afap).
O engenheiro de pesca especialista em agronegócio Anderson Garcia, um dos professores do curso, destacou a evolução do setor no Amapá e o interesse de novos produtores entrando no mercado. “Esses fatores exigem um aprimoramento de todos”, constatou.
O módulo I será ministrado no dia 14 de agosto e agregará explanações acerca do associativismo, cooperativismo, linhas de crédito, higiene e manipulação de pescado. No módulo II, as temáticas abordadas durante o dia 15 de agosto serão: piscicultura, tipos de cultivo, espécies cultivadas, definição de local para implantação, construção, manutenção e povoamento dos viveiros.
O terceiro e último módulo ocorrerá nos dias 16 e 17 de agosto, as aulas tratarão sobre qualidade da água, manejo de cultivo, alimentação de peixes, manejo sanitário (profilaxia) e despesca.
Um dos pontos em destaque durante o curso é o último dia, 18 de agosto, que será dedicado à parte prática da capacitação. Os participantes irão até a propriedade chamada Açaizeiro, localizada na Rodovia Duca Serra. Na ocasião, os alunos aprenderão mais sobre o uso correto de equipamentos, anatomia e fisiologia das espécies, diagnósticos de enfermidades, parasitoses e bacterioses mais comuns na atividade piscicultora do Estado.
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