Durante o encontro, foi discutido o apoio do Governo do Estado com a disponibilização de local adequado para a implantação do empreendimento, além de incentivos fiscais para o funcionamento da empresa que receberá o nome de SuperTintas.
A fábrica será a primeira no segmento do grupo, que foi fundado em 1996 na cidade de São Luiz do Maranhão (MA). A marca, distribuída em 5 estados brasileiros, já está no Amapá desde 2003, quando instalou uma indústria de argamassa, na capital Macapá.
A indústria de argamassa também deverá ser ampliada. Na reunião, diretores e representantes do grupo, apresentaram ao governador a proposta de adequação da empresa no Estado para que ela possa ser beneficiada com a implantação da Zona Franca Verde, aproveitando os incentivos do programa que deverá ser efetivado em março. “A fábrica de argamassa trabalha com matéria-prima importada, mas a empresa tem interesse em usar o produto regional, como a fécula de mandioca e argila, por exemplo, aproveitando as potencialidades do Estado”, destaca o diretor técnico da SuperMassa, Eduardo Macedo.
Segundo o empresário, a intenção é montar uma fábrica de aditivos no Amapá para fornecimento do produto às fábricas de argamassa espalhadas pelo país. Tais produtos também poderão ser exportados para fora do Brasil.
Com isso, o Estado seria a base de importação e exportação dos produtos para as guianas da América Central e caribenha.
Para o diretor técnico, os projetos de investimento do grupo no Amapá visam, sobretudo, as oportunidades que o Estado oferece. Apesar do mercado consumidor crescente, não há uma produção local no segmento. “No momento onde todos estão se retraindo, nós enxergamos oportunidades. Vale a pena investir aqui. O governador deixa muito claro que considera a iniciativa privada algo fundamental para desenvolver o Amapá e isso é muito importante para o setor empresarial”, ressaltou.
O governador Waldez Góes garantiu durante o encontro apoio aos projetos, valorizando a atração de investimento como um dos pilares de estratégia para o desenvolvimento do Amapá.
O chefe do Executivo estadual afirma que é prioridade para o governo definir a área para a instalação da fábrica, assim como as propostas de incentivos fiscais e compensações ao Estado.
De acordo com o presidente da Agência Amapá de Desenvolvimento Econômico, Eliezir Viterbino, o momento é muito favorável. “O investidor, seja ele pequeno ou grande, precisa reconhecer no Estado que vai empreender, um ambiente diferenciado. O Amapá oferece isso”.
O diretor confirma que o Estado vai entregar, em breve, a declaração de reserva de área ao grupo, seguida da autorização de funcionamento da fábrica. “Os projetos me chamam atenção. São rápidos, possíveis e com muitas vantagens para o Amapá”, reforça.
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