Desde 2013, quando foi criada, a CGE ainda não havia regulamentado as competências de cada ente para que o trabalho se desenvolvesse com mais eficácia. Com o Planejamento Estratégico, os profissionais terão um roteiro de atividades e de atuação com os órgãos do governo do Estado e os de controle externo, como o Tribunal de Contas e o Ministério Público.
De acordo com o documento, uma das prioridades é garantir o fortalecimento da gestão, através da eficiência dos controles internos, estreitando as relações e a colaboração entre os servidores da CGE e os gestores públicos.
“Não queremos ficar só com o papel de punir. Também temos a função de prevenir, fazendo a orientação e acompanhamento da gestão”, declarou o controlador-geral do Estado, Otni Alencar Júnior.
Segundo ele, o documento é reflexo de um longo trabalho, que começou em abril de 2015 e ajudou na elaboração do Plano Anual de trabalho da controladoria e na proposta de um manual de auditoria governamental.
Ainda durante o evento, foi divulgado o Código de Ética do Servidor do Controle Interno do Estado. O objetivo é normatizar condutas para evitar conflitos de interesses ou vazamentos de informações sigilosas por parte dos servidores, ou possíveis conflitos entre aqueles que auditam e os que são auditados.
“São normas de conduta e atuação para que tudo seja pautado no equilíbrio, ética e objetividade”, finalizou o controlador.
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