
Waldez recebeu em seu gabinete as promotoras de Justiça Klisiomar Lopes Dias e Andrea Guedes, e os juízes Eraldo Costa e Elayne Cantuária para discutir esta e outras pautas relacionadas ao setor de segurança.
O governador Waldez Góes pediu o apoio da Justiça e do Ministério Público do Estado (MPE) para que a União não corte verbas de emendas impositivas destinadas à Segurança Pública. O Amapá tem R$ 90,6 milhões para receber de emenda impositiva ao orçamento da União.
Os recursos, que foram articulados pelo governador Waldez Góes junto à bancada federal, serão investidos na compra de equipamentos, armas, munições, viaturas e na construção de quartéis, delegacias, Unidades de Polícia Comunitária (UPC), Centros Integrados de Operações em Segurança Pública (Ciosp), entre outros projetos.
Nesta segunda-feira, 5, o chefe do Executivo recebeu em seu gabinete as promotoras de Justiça Klisiomar Lopes Dias e Andrea Guedes, e os juízes Eraldo Costa e Elayne Cantuária para discutir esta e outras pautas relacionadas ao setor de segurança.
De acordo com o governador, problema é que o governo federal anunciou recentemente a possibilidade de contingenciar despesas, o que causou receio nos governantes de todo o país que dependem de emendas parlamentares para fazer investimentos em áreas como a Segurança Pública.
“Todos os nossos projetos já estão cadastrados no Ministério da Justiça. Já temos destinação para os recursos. Se houver cortes, o Amapá vai deixar de receber o maior investimento da sua história na Segurança Pública”, explicou Waldez.
Góes enfatizou que, paralelamente aos investimentos, será realizado um concurso público para as Polícias Civil – com vagas para escrivão, agente e delegado – Militar, e Técnico-Científica. Conforme a secretária de Estado da Administração, Suelen Amoras, até o final desta semana o governo deverá efetivar o contrato da fundação contratada para executar o certame. O edital deve ser lançado até o fim do mês.
Efetivo
Durante a reunião, foi discutida uma solução para a carência de delegados de Polícia Civil falta de delegados no município de Tartarugalzinho. O secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública, Ericláudio Alencar, disse que o problema só será sanado definitivamente quando o concurso público regionalizado for realizado. Ele ressaltou que desde o último concurso, ocorrido 10 anos atrás, 36 delegados já deixaram a instituição após terem sido aprovados em outros certames. Mais seis devem sair até o fim do ano.
Até o próximo concurso, um rodízio entre os delegados que trabalham na capital deve ser feito para que o município não deixe de instaurar os procedimentos.
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