
Durante a fiscalização, técnicos verificam se as peças estão em conformidade com as normas estabelecidas pelo Inmetro
Técnicos do Instituto de Pesos e Medidas do Amapá (Ipem/AP) estão visitando os estabelecimentos que comercializam produtos têxteis, como peças de vestuário, roupas de cama, mesa e banho, cortinas, tapetes e outros. A ação se dá em função do Dia das Mães, comemorado no próximo domingo, 14, e estes produtos costumam fazer parte das opções dos consumidores para presentear as mamães.
A intenção do Ipem é que as fiscalizações se estendam até a semana que vem. A operação, que iniciou em 08 de maio, já chegou a 25 estabelecimentos de Macapá e Santana. Destes, 20 apresentaram irregularidades estabelecidas pelo Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
As verificações são referentes às etiquetas dos produtos, que são obrigatórias e devem apresentar todas as informações exigidas pelos regulamentos. Assim, são observados se a roupa tem a etiqueta que informa a composição têxtil, os procedimentos para lavagem e conservação e a identificação do fabricante.
De acordo com gerente do Núcleo de Gestão da Qualidade do Ipem/AP, Simon Silva, a fiscalização é realizada para resguardar os direitos dos consumidores e, na falta das informações obrigatórias, é determinado que o produto seja retirado de venda até que o problema seja corrigido.
“As roupas estão na lista de produtos mais procurados para presentear as mães, por isso a atenção precisa ser redobrada para que o consumidor não seja lesado na hora de ir às compras. Temos a responsabilidade de fiscalizar cerca de 500 produtos e, neste caso, os produtos têxteis não são recolhidos, mas é dado um prazo para que o comerciante faça a correção”, explicou Simon Silva.
O prazo concedido aos comerciantes notificados é de 10 dias. Após esse período, a instituição encaminha um auto de infração ao empresário. O fiscal de metrologia do Ipem/AP, Gerson Gurjão, alertou também que os comerciantes devem ficar atentos na hora das compras das confecções. “Observamos que muitos empresários adquirem seus produtos em feirões em outros centros do Brasil e que nem sempre tais exigências são observadas”, destacou.
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