
Neste sábado, 13, os povos tradicionais de matriz africana adeptos à umbanda e candomblé, e representantes das religiões católica e evangélica realizam, com apoio do Governo do Estado do Amapá (GEA) o “Rufar dos Tambores na Fortaleza de São José”. O evento é aberto ao público e visa combater o preconceito e a intolerância religiosa.
A programação, coordenada pela Secretaria Extraordinária de Políticas para os Afrodescendentes (Seafro), ocorrerá no Dia da Abolição da Escravatura, a partir de 16h, com celebrações de diversas religiões e rodas de capoeira.
Segundo a titular da Seafro, Núbia Souza, o Estatuto da Igualdade Racial prevê que qualquer forma de discriminação racial seja combatida enquanto difundida. “O foco central é justamente trabalhar o respeito à diversidade religiosa, fazendo a junção de públicos adeptos às celebrações de matrizes africanas e demais religiões, demais públicos”, destacou.
A Fortaleza de São José, ainda segundo a gestora, foi escolhida para sediar o evento por conta de sua representatividade, simbologia, e para homenagear, rufando os tambores, todos os negros e negras que contribuíram para o desenvolvimento desta população, pois, com suas mãos, construíram este monumento.
“A Fortaleza é o nosso marco de resistência e devemos ocupá-la com celebrações que façam reflexão na sociedade em relação às populações de matriz africana, principalmente”, finalizou.
- Área
- Igualdade Racial
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias de Igualdade Racial no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO




