sexta-feira, 16 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Waldez Góes propõe criação de linha de crédito para energia renovável

Sugestão do governador amapaense foi inserida na Carta de Porto Velho

Redação
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Segundo Waldez, essa linha pode iluminar comunidades isoladas e longínquas, como localidades indígenas, ribeirinhas e assentamentos.
Segundo Waldez, essa linha pode iluminar comunidades isoladas e longínquas, como localidades indígenas, ribeirinhas e assentamentos. · Foto: Diego Gurgel

Crédito: Diego Gurgel - Governo do AcreSegundo Waldez, essa linha pode iluminar comunidades isoladas e longínquas, como localidades indígenas, ribeirinhas e assentamentos.

A Amazônia, em breve, poderá ter uma linha de financiamento específica para a produção de energia elétrica a partir de mecanismos renováveis. A proposta foi sugerida pelo chefe do Executivo amapaense, Waldez Góes, durante o 14º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, que ocorreu nos dias 4 e 5, em Porto Velho, na sede do governo rondoniense.

Segundo Góes, a linha de crédito seria destinada a projetos, desde a elaboração até a instalação, de dispositivos fotovoltaicos para geração de energia elétrica em comunidades isoladas da Amazônia.

Segundo a propositura, a linha deveria ser criada pelo Banco da Amazônia (Basa), como alternativa do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), que é administrado pela referida instituição financeira e tem o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social da região amazônica.

De acordo com Góes, a região nordestina, através do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), já possui uma linha similar, que também abrange as fontes de energia eólica.

“Para a Amazônia seria o FNO Sol, para incentivar a produção de energia solar, que é ideal para a Amazônia, pois durante boa parte do ano os raios solares são intensos na região. Essa linha pode iluminar comunidades isoladas e longínquas, como localidades indígenas, ribeirinhas e assentamentos. Por linha de transmissão de alta tensão, o investimento é até maior em alguns casos”, explicou o governador Amapaense.

A proposta de Góes foi incluída na Carta de Porto Velho, documento que sintetiza as decisões tomadas no 14º Fórum de Governadores da Amazônia Legal, cuja 15ª edição ocorrerá em Cuiabá, capital mato-grossense.

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