
30 agricultores de Porto Grande foram beneficiados com os kits e a capacitação, que será ofertada pelo Governo do Amapá
O agricultor e presidente da associação de produtores rurais do Alto do Rio Araguari, Raimundo Marques, a partir de agora vai utilizar técnicas agroflorestais e sustentáveis para desenvolver as suas atividades produtivas no Amapá. Na manhã desta terça-feira, 18, o Instituto Estadual de Florestas do Amapá (IEF) entregou ao Seu Raimundo e mais 29 unidades familiares de agricultores de Porto Grande e Serra do Navio um kit agroecologia.
O kit é composto de vários equipamentos como carrinho de mão, enxada, ancinhos, sementes de hortaliças e saquinhos plásticos para mudas que vão auxiliar os produtores nesse projeto que terá duas etapas. A primeira, que consiste na entrega dos produtos e a segunda, que será a parte da capacitação técnica dos agricultores contemplamos.
"Esse projeto é muito importante para todos nós. Esse kit é um incentivo muito grande para que esses produtores trabalhem de forma responsável e saudável. Estamos felizes e creio que a partir agora teremos mais lucro com a venda dos nossos produtos", comentou Raimundo Marques.
De acordo com o diretor-presidente do IEF, Marcos Tenório, a intenção do Governo do Estado, com o projeto, é incentivar a utilização de novas práticas de produção no entorno da Floresta Estadual do Amapá (Flota). Segundo ele, a parceria com outras instituições contribuirá para o sucesso do projeto.
"O modelo agroflorestal vai moldar um estilo de produção para que esses produtores e agricultores possam crescer e desenvolver suas atividades de uma forma responsável dentro da Flota. Isso garantirá a conservação da biodiversidade do nosso Estado", destacou o presidente.
O coordenador do eixo de agrologia do Instituto Rural do Amapá (Rurap), José Renato Xavier, falou do convênio firmado com a empresa Cachoeira Caldeirão e os outros órgãos de Estado para a aquisição dos equipamentos. Segundo ele, o Rurap ficará responsável em realizar a capacitação técnica das famílias envolvidas no projeto, que terá a duração de dois anos.
"A nossa missão é ensinar esses produtores a trabalhar de maneira correta e vamos fazer isso capacitando eles de forma integrada, o que nos garantirá bons resultados na produção e conversação das terras do Amapá", finalizou Xavier.
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