sexta-feira, 16 de outubro de 2026

CULTURA

‎Festival de Cinema Amapaense leva ficção, documentários e animação à Expofeira 2026

‎Exibição no Miniteatro Caboco, dentro do Parque de Exposições da Fazendinha, também teve roda de conversa sobre os caminhos do audiovisual no estado. ‎

Lucas Mota
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Realizadores e produtores participaram de uma roda de conversa sobre os caminhos e desafios do audiovisual amapaense
Realizadores e produtores participaram de uma roda de conversa sobre os caminhos e desafios do audiovisual amapaense · Foto: Márcia do Carmo

O Miniteatro Caboco, na Expofeira 2026, ganhou diferentes sotaques, histórias e formas de enxergar o Amapá. O Festival de Cinema Amapaense reuniu produções de ficção, documentário, animação e videoarte, aproximando o público da criação audiovisual feita no Estado.

‎‎O público acompanhou as produções "Meu Pequeno AP Assombrado", "Hystera.H264", "Solo_Agridoc", além da coletânea do Coletivo Juremas, com "Passarelas", "Os Corações do Boto" e "Samaúma_final". Também foram exibidos "A Cutiazinha" e a "Garça: Uma Aventura no Meio do Mundo" e o documentário "Histórias Não Contadas de Pedra Branca do Amapari".

‎‎A programação abriu espaço para conhecer quem está por trás das câmeras e discutir os desafios e possibilidades do audiovisual produzido no Amapá. Ao final das sessões, produtores participaram de uma roda de conversa mediada por Luan Macedo, também integrante da cena audiovisual, com a presença de Jorge Costa, Abel Junior, Bruce Arraes e André Vitor.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
Festival de Cinema Amapaense reuniu produções de ficção, documentário, animação e videoarte

‎‎Durante o encontro, foi destacada a importância de produzir conteúdos que dialoguem com as novas gerações e apresentem a história do Amapá de forma acessível e dinâmica. Para ele, o audiovisual pode ser uma ferramenta para aproximar crianças e jovens das histórias e origens do próprio território.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
Jorge Costa destacou a importância de ampliar espaços para a produção audiovisual independente

A produção independente também ganhou espaço na conversa. Jorge Costa chamou atenção para a necessidade de criar mais oportunidades de exibição para quem produz com recursos próprios. 

‎‎“Às vezes tem muita gente que tem uma ideia, tem uma produção para fazer e faz com o próprio recurso, mas não consegue exibir nas vitrines, nas janelas”, destacou.

‎‎A programação terminou com agradecimentos e um convite para que os produtores retornem na próxima edição, trazendo novas histórias para a tela. 

‎‎No Miniteatro Caboco, o cinema amapaense encontrou espectadores, espaço para troca de experiências, valorização dos realizadores e a possibilidade de imaginar os próximos capítulos da produção audiovisual feita no meio do mundo.

Crédito: Márcia do Carmo/GEA
Público acompanhou as produções e conheceu diferentes olhares sobre o Amapá por meio do cinema

Lucas Mota - (96( 99158-7392 
Fotos: Márcia do Carmo/GEA
Assessoria de Comunicação -Secom/GEA

Área
Cultura
Local
Macapá
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