
Luzes, potência sonora, efeitos visuais e muita música marcaram o Festival de Aparelhagens na Expofeira 2026. Nesta sexta-feira, 14, o Parque de Exposições da Fazendinha recebeu equipes que movimentam a cena das aparelhagens no Amapá e levaram ao público uma programação marcada por tecnologia, dança e identidade cultural.
Por trás de cada “rock doido” apresentado ao público, uma grande estrutura de trabalho mobilizou profissionais responsáveis pela montagem, iluminação, equipamentos de áudio, efeitos visuais, DJs e organização. A preparação começou muito antes das apresentações e envolveu transporte de equipamentos, testes técnicos e alinhamento entre as equipes.
Entre as atrações da noite esteve a Matrix Revolution, que participou pelo terceiro ano da programação da Expofeira. Para o DJ Joãozinho Eletrizante, integrante do grupo, estar na maior feira de negócios da Amazônia representa uma oportunidade de dar visibilidade às aparelhagens e mostrar a força desse movimento cultural para diferentes públicos.
“É uma maneira que o Governo do Estado, junto com as demais organizações, encontrou de trazer a cultura do nosso estado para a Expofeira, trazendo as nossas aparelhagens, que hoje alcançam diferentes públicos. A gente só tem a agradecer por trazer as aparelhagens para cá e abrir esse espaço dentro da programação”, destacou DJ Joãozinho Eletrizante.
Experiência marcante
O DJ também ressaltou que a participação da "Matrix Revolution" na Expofeira já se tornou uma experiência recorrente para a equipe. Esta foi a terceira vez que o grupo participou do evento, acompanhando o crescimento do espaço destinado às aparelhagens.
“A Matrix já está participando pela terceira vez. A gente só tem a agradecer ao Governo do Estado e às demais organizações. E fazemos o convite para o público vir para cá, porque amanhã tem mais”, completou Joãozinho Eletrizante.
A relação entre as aparelhagens e seus seguidores também ganhou destaque durante o festival. Os fã-clubes acompanharam as apresentações e ajudaram a transformar o espaço em uma grande pista de dança.
Para o DJ Jeová, também da Matrix, subir na aparelhagem e encontrar o público acompanhando cada música, representa uma das principais recompensas de todo o trabalho realizado antes do evento.
“Quando a gente está ali em cima, o sentimento é de gratidão. É muito gratificante tocar música, ver o público interagir, ver a galera cantar. A gente já prepara aquele repertório para chegar ali e animar com as nossas equipes, com o nosso público e os nossos fã-clubes que vêm acompanhando a aparelhagem Matrix”, destacou DJ Jeová.
Rock doido, marcantes e pesadão
O repertório reuniu ritmos que fazem parte das festas de aparelhagem e que já são conhecidos por quem acompanha o movimento. Entre eles, o rock doido, a marcante e o passadão deram o ritmo da apresentação.
“Não pode faltar o rock doido, a marcante e também, é claro, aquele passadão que a galera gosta de dançar bem coladinho, bem agarradinho”, contou Jeová.
Além da música, as aparelhagens chamaram atenção pelas estruturas visuais, iluminação, efeitos e características próprias. Cada equipe levou para o festival elementos que fazem parte de sua identidade e da relação construída com os admiradores que acompanham as apresentações em diferentes eventos.
Visibilidade
A realização do festival dentro da maior feira de negócios da Amazônia também ampliou a visibilidade dos profissionais que trabalham nos bastidores desse segmento. Técnicos, operadores, DJs, produtores e demais integrantes das equipes participaram diretamente da construção do espetáculo apresentado no Parque da Fazendinha.
A presença das aparelhagens na Expofeira 2026 mostrou a força dessa manifestação cultural no Amapá, reunindo música, dança, tecnologia, equipes e fã-clubes em uma programação que movimentou a noite de sexta-feira no Parque da Fazendinha.
Com mais uma edição do Festival de Aparelhagens, as equipes celebraram o espaço conquistado na programação da Expofeira e a oportunidade de apresentar para um grande público um movimento que ultrapassa a potência das caixas de som e reúne profissionais, admiradores e diferentes gerações em torno de uma expressão que faz parte da cultura popular amapaense.
Texto: Sharlot Sandim - Secom/Talismã Comunicação - (96) 98415-6607
Foto: Cleito Souza/Paula Costa
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