
Juntos, Caesa e membros da Associação de Moradores do Perpétuo Socorro buscam combater o acúmulo de lixo na Caesinha
Membros da Associação de Moradores do bairro Perpétuo Socorro e da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) reuniram-se na manhã desta segunda-feira, 20, para debater maneiras de estimular a conscientização ambiental e evitar o acúmulo de lixo na área do sistema de esgotamento sanitário, intitulada Caesinha.
O apelo social para que os órgãos responsáveis mantenham a área limpa é pauta antiga entre os membros da associação e os moradores do bairro. “Temos observado o esforço da Caesa para manter a Caesinha sem lixo, porém, infelizmente, alguns moradores do entorno, e também de outros bairros, utilizam o local para jogar entulho e lixo”, declarou Ney Guedes, vice-presidente da Associação de Moradores do Perpétuo Socorro.
Há 15 dias, a Companhia retirou uma grande quantidade de entulho do local, mas a não conscientização para manter o local limpo é um entrave existente. “Retiramos onze containers cheios de entulho; desde lixo orgânico a eletrodomésticos. Porém, duas semanas após o serviço, alguns cidadãos continuam a despejar os materiais no local”, informou Valdinei Amanajás, diretor-presidente da Caesa.
A associação de moradores procurou a Companhia para que, em conjunto, Governo do Estado e os moradores, possam amenizar este problema social. “A ideia é criar maior conscientização nos moradores, pois todos estão sendo prejudicados com o lixo. E quem não joga, pode estimular os demais a não fazer isso ou denunciar quem tem realizado o despejo de forma incorreta”, pontuou o membro da associação.
Valdinei Amanajás explicou que a Caesa não pode abrir mão do local, pois o sistema faz parte do conjunto de obras, financiadas pela Caixa Econômica Federal, para implantação de rede de esgoto em Macapá.
“Junto com a associação e moradores do bairro, serão debatidas maneiras de como evitar o acúmulo de entulho e maneiras para revitalizar a área. Contamos com a colaboração de todos para que a Caesinha possa se manter um ambiente adequado para o uso comum”, finalizou o diretor-presidente.
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