Os grupos empresariais ficaram interessados na proposta e buscaram saber um pouco mais dos incentivos que a ZFV oferece. O governador explicou o funcionamento do projeto a partir da industrialização de produtos fabricados com matéria-prima oriunda da biodiversidade amapaense.
Além das oportunidades geradas pela ZFV, Waldez Góes destacou no encontro a privilegiada localização geográfica e os investimentos feitos no setor portuário e rodoviário com investimentos de R$ 350,8 milhões na malha viária. Já o Porto de Santana tem um estudo para sua reestruturação tanto de infraestrutura, como na abrangência de sua poligonal. Com isso, o Amapá surge como alternativa para o escoamento da produção de grãos tanto para o mercado interno do país, quanto para países da Europa. Sobre sua localização geográfica, há um potencial atrativo para a exploração na área espacial. Uma base de lançamento de foguetes no Estado reduziria em 40% os custos em relação a base francesa, em Courrour.
Outro ponto abordado por Waldez foi o andamento do processo da concessão de 146 mil hectares de floresta para exploração comercial. Ele adiantou, ainda, que há a possibilidade de mais nove concessões dentro dos 1,6 milhão de hectares. Todo esse trabalho está sendo feito pelo Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP).
Na comitiva oficial amapaense também estavam a primeira-dama e deputada estadual, Marília Góes, representantes da bancada federal e gestores dos setores ambiental e econômico.
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