O combate à violência contra as mulheres será reforçado neste final de mês, em uma campanha que promete envolver todos os municípios do Amapá. A mobilização, denominada “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, teve início nesta segunda-feira, 21, com o apoio da Secretaria Extraordinária de Políticas para as Mulheres (SEPM).
A solenidade de lançamento da campanha aconteceu no plenário da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap). Nos próximos dias, várias marchas serão realizadas nos municípios destacando o combate à violência feminina. Esses encontros iniciam no dia 25 de novembro, em Porto Grande. Na capital, a marcha vai acontecer no dia 27.
O objetivo principal é destacar as discussões e o fortalecimento das políticas públicas de amparo e prevenção das vítimas. Na sessão ocorrida no parlamento estadual, houve a entrega de moções pelos 30 anos da morte da amapaense Fátima Diniz, vítima de feminicídio.
A secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Silvanda Duarte, considerou as estatísticas preocupantes quanto às mortes de mulheres vítimas de violência. Dados mostram que uma mulher é morta a cada uma hora e meia no Brasil. O Amapá ocupa a 17ª posição na estatística nacional, o que movimenta todos os órgãos ligados à temática.
A secretária nacional de Políticas para as Mulheres, Fátima Pelais, destacou a importância do enfrentamento da violência contra a mulher. Ela apontou, ainda, que todos devem estar engajados nesta luta em prol de uma sociedade mais igualitária e justa, que reconheça a conquista das mulheres em todos os espaços.
Durante a campanha, as discussões passarão por temas como o combate à violência sexual, Lei Maria da Penha, formas de violência, medidas protetivas, machismo, lesbofobia, bifobia e transfobia. As palestras ocorrerão no auditório da OAB Amapá, nos dias 22 e 23 de novembro, entre as 15 e 18 horas.
16 Dias de Ativismo A campanha acontece, anualmente, desde 1991 e já abrange cerca de 160 países. Tem início em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Amapá, o início da campanha foi antecipado para o dia 20 de novembro, que marca as celebrações do Dia da Consciência Negra, e que correspondem à maioria das vítimas de agressões.
A solenidade de lançamento da campanha aconteceu no plenário da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap). Nos próximos dias, várias marchas serão realizadas nos municípios destacando o combate à violência feminina. Esses encontros iniciam no dia 25 de novembro, em Porto Grande. Na capital, a marcha vai acontecer no dia 27.
O objetivo principal é destacar as discussões e o fortalecimento das políticas públicas de amparo e prevenção das vítimas. Na sessão ocorrida no parlamento estadual, houve a entrega de moções pelos 30 anos da morte da amapaense Fátima Diniz, vítima de feminicídio.
A secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Silvanda Duarte, considerou as estatísticas preocupantes quanto às mortes de mulheres vítimas de violência. Dados mostram que uma mulher é morta a cada uma hora e meia no Brasil. O Amapá ocupa a 17ª posição na estatística nacional, o que movimenta todos os órgãos ligados à temática.
A secretária nacional de Políticas para as Mulheres, Fátima Pelais, destacou a importância do enfrentamento da violência contra a mulher. Ela apontou, ainda, que todos devem estar engajados nesta luta em prol de uma sociedade mais igualitária e justa, que reconheça a conquista das mulheres em todos os espaços.
Durante a campanha, as discussões passarão por temas como o combate à violência sexual, Lei Maria da Penha, formas de violência, medidas protetivas, machismo, lesbofobia, bifobia e transfobia. As palestras ocorrerão no auditório da OAB Amapá, nos dias 22 e 23 de novembro, entre as 15 e 18 horas.
16 Dias de Ativismo A campanha acontece, anualmente, desde 1991 e já abrange cerca de 160 países. Tem início em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Amapá, o início da campanha foi antecipado para o dia 20 de novembro, que marca as celebrações do Dia da Consciência Negra, e que correspondem à maioria das vítimas de agressões.
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