Candidatos dos outros municípios aguardam capacitação prática e a avaliação final
Os selecionados aptos dos sete municípios já foram capacitados. No final do treinamento, passaram por uma prova para avaliar o conhecimento obtido na teoria e prática. Os candidatos dos outros nove municípios aguardam a capacitação prática e a avaliação final para que estejam aptos ou não à exercerem a função. A previsão é de que, na próxima semana, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde retome o treinamento nos municípios restantes.
O processo de capacitação e contratação foi suspenso durante o período eleitoral devido uma orientação da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para não armazenar combustível em “carotes”, o que impossibilitou o deslocamento da equipe de treinamento para os municípios mais distantes. Além disso, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) recomendou que durante o pleito eleitoral nenhum tipo de contratação fosse realizada na administração pública.
Na última semana a Sesa solicitou aos 16 municípios que informem, oficialmente, a aquisição dos Equipamentos de Proteção individual (EPIs) e do material de campo para que os agentes contratados possam desenvolver as atividades de prevenção ao Aedes aegypti. Todos os municípios receberam recurso financeiro por meio da portaria 2162/2015 para implementar as ações de vigilância, prevenção e controle de epidemia, que inclui a compra do material em questão.
“Nossa preocupação é efetivar o contrato dos agentes e não ter EPIs e materiais de campo para desenvolverem o trabalho. Sem o documento que comprove a aquisição deste material não poderemos finalizar o processo seletivo e colocar os agentes em campo. Se eles não executam a atividade não temos como comprovar a dispensa do recurso para o pagamento, sem falar no tempo do contrato que é de seis meses e estará em vigência sem o desenvolvimento das atividades”, destacou a secretária de Estado da Saúde, Renilda Costa.
A contratação temporária de agentes de endemias é uma estratégia da Sala Estadual de Situação, com apoio do Ministério da Saúde, que tem como objetivo ampliar as equipes de visita domiciliar dos municípios para fortalecer o enfrentamento ao Aedes aegypti. Os gastos serão custeados 90% pelo Governo Federal com contrapartida de 10% pelo Governo do Estado.
Agentes de Combate às EndemiasOs agentes de endemias são responsáveis pela mobilização no combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, durante as visitas domiciliares e na identificação e eliminação dos focos. São eles que orientam os cidadãos e mostram o dever de cada um para evitar o surgimento do Aedes aegypti.
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