Um grupo dez pesquisadores do Instituto de Pesquisas Científicas do Estado do Amapá (Iepa) vão participar, no período de 9 a 11 de novembro, de um seminário sobre biodiversidade. O evento é promovido pelo Museu Emílio Goeldi (PA) e vai reunir cientistas de diversos Estados.
O seminário tem como tema central a “conservação da biodiversidade” e será realizado na forma de blocos temáticos como “Sociedade e Natureza: uso sustentável da biodiversidade” e “Biodiversidade: cenário atual e prioridades de conservação”, que contará com a participação de renomados pesquisadores dessas áreas.
Na oportunidade, os pesquisadores do Amapá apresentarão os resultados parciais das pesquisas realizadas ao longo do ano, nas áreas da fauna (mamíferos, répteis, peixes) e flora (botânica). A interação entre os pesquisados do Amapá e Pará é resultado de um convênio entre o Museu Goeldi e o Iepa, com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia que gira em torno de 1 milhão de reais, voltados para a promoção de pesquisas da biodiversidade, especificamente na Amazônia.
De acordo com o diretor-presidente do Iepa, Wagner Costa, a interação possibilitará também a melhoria das coleções científicas, além de promover a discussão sobre a continuidade do convênio que está previsto encerrar em dezembro deste ano. Ainda segundo o diretor, a intenção é que se prorrogue o convênio para o fomento das pesquisas. O convênio teve início em 2014, mas só começou a ser executado em 2015.
“É importante o incentivo à pesquisa, pois quanto mais rica é a biodiversidade, maior é a oportunidade para descobertas no âmbito da medicina, da alimentação, do desenvolvimento econômico e de serem encontradas respostas a essas alterações ambientais, além do momento oportunizar a troca de experiências e ideias”, destacou.
O seminário tem como tema central a “conservação da biodiversidade” e será realizado na forma de blocos temáticos como “Sociedade e Natureza: uso sustentável da biodiversidade” e “Biodiversidade: cenário atual e prioridades de conservação”, que contará com a participação de renomados pesquisadores dessas áreas.
Na oportunidade, os pesquisadores do Amapá apresentarão os resultados parciais das pesquisas realizadas ao longo do ano, nas áreas da fauna (mamíferos, répteis, peixes) e flora (botânica). A interação entre os pesquisados do Amapá e Pará é resultado de um convênio entre o Museu Goeldi e o Iepa, com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia que gira em torno de 1 milhão de reais, voltados para a promoção de pesquisas da biodiversidade, especificamente na Amazônia.
De acordo com o diretor-presidente do Iepa, Wagner Costa, a interação possibilitará também a melhoria das coleções científicas, além de promover a discussão sobre a continuidade do convênio que está previsto encerrar em dezembro deste ano. Ainda segundo o diretor, a intenção é que se prorrogue o convênio para o fomento das pesquisas. O convênio teve início em 2014, mas só começou a ser executado em 2015.
“É importante o incentivo à pesquisa, pois quanto mais rica é a biodiversidade, maior é a oportunidade para descobertas no âmbito da medicina, da alimentação, do desenvolvimento econômico e de serem encontradas respostas a essas alterações ambientais, além do momento oportunizar a troca de experiências e ideias”, destacou.
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