Pela primeira vez, em mais de dois séculos, está sendo feito um trabalho minucioso coordenado pela Secretaria de Estado das Cidades e Confraria Tucuju, na busca das origens e recuperação histórica do templo.
Segundo Alcir Matos, secretário das Cidades, após vários encontros do grupo, tem surgido propostas com diretrizes, como por exemplo, o processo de tombamento tanto na esfera municipal e estadual, as discussões técnicas sobre os espaços que cercam a Igreja Matriz, assim como a definição para elaboração de um termo de referência para um projeto de requalificação urbana que abrange, também, o Largo dos Inocentes localizado atrás da antiga catedral.
Também foi apresentada a proposta de captação de recursos, junto ao Ministério do Turismo, com a inscrição do projeto no valor de 6 milhões para a restauração da matriz e recuperação do largo. “Nas próximas reuniões já teremos avançado principalmente na questão do tráfego na Rua São José, trecho em frente à Igreja, como restrição da velocidade, circulação de carretas e veículos pesados, além de outras ponderações”, disse o secretário.
O grupo de trabalho tem a parceria do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da direção do Shopping Vila Nova, Caixa Econômica Federal, Diocese de Macapá, Memorial Amapá, Confraria Tucuju e outros. “O importante é que todos estejamos empenhados em um mesmo objetivo, que é recuperar o patrimônio. A igreja deve ser conservada para respeitar a história e também ser preservada para as futuras gerações”, disse Pedro Conti, bispo de Macapá.
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