
Atletas participaram de 21 combates combinados no ginásio Avertino Ramos, em Macapá
A 2ª edição do Black Belt Força Tática da Polícia Militar, apoiada pelo Governo do Amapá, reuniu 42 atletas faixa-preta de jiu-jitsu na busca pelo cinturão, no Ginásio Avertino Ramos, em Macapá. Com 21 lutas casadas, o evento é considerado o maior do segmento no estado.
Em uma noite de muitos golpes e finalizações, as lutas foram combinadas de acordo com o peso de cada atleta. O espaço contou com uma estrutura com luzes e telões de led, passarelas de entrada e placar eletrônico com as pontuações detalhadas.
“Isso é uma demonstração que o estado apoia e auxilia toda e qualquer modalidade esportiva. Queremos sempre promover e contribuir para que eventos como este sempre ocorram com qualidade e atender a comunidade das artes marciais”, destacou a secretária de Esporte e Lazer (Sedel), Cibely Peixoto.
A programação foi realizada pelo Batalhão de Força Tática da Polícia Militar e pela Federação de Jiu-Jitsu do Amapá (FEJJA). Os embates do Black Belt valeram o cinturão e somente lutadores faixas-preta puderam lutar no evento, cada um representou um estabelecimento esportivo ou comercial do Amapá.“Posso afirmar que o evento foi um sucesso e só temos a agradecer aos parceiros que continuaram para essa realização. Toda essa estrutura e organização é para mostrar valor ao esporte e também aproximar a instituição Polícia Militar ainda mais da comunidade”, destacou o tenente-coronel e comandante da Força Tática, Max de Almeida.
Um dos confrontos memoráveis da noite foi entre Alessandra Melo e Neia Santos, ambas com mais de 10 anos dedicados ao esporte. A luta encerrou com uma finalização de Alessandra, ainda invicta na modalidade, da academia Team Kamal.“Foi uma luta muito difícil e estou feliz por ter vencido. Agora também estamos aqui para mostrar que o esporte é para a mulher mostrar sua força”, enfatizou, Alessandra.
Na categoria masculina, o atleta vencedor foi o experiente Rafael Sampaio, da academia Black Norte. Com mais de 20 anos de prática nas artes marciais, Sampaio viu a disputa como uma oportunidade de melhoria de outros eventos existentes no estado.“Para mim vencer é uma felicidade, mas quero parabenizar todos da organização do evento e afirmar que as demais programações tem que apresentar este mesmo nível de qualidade”, finalizou Sampaio.
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