sexta-feira, 16 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Centro de Internação Provisória conclui atividades do primeiro semestre com programação lúdica para socioeducandos

Ação visa fortalecer os valores da relação familiar e incentivar a profissionalização dos adolescentes.

Alexandra Flexa
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Programação proporcionou reencontros entre pais e filhos
Programação proporcionou reencontros entre pais e filhos · Foto: Israel Cardoso

Crédito: Israel Cardoso/GEAProgramação proporcionou reencontros entre pais e filhos

Com a finalidade de promover ressignificação de valores para os socioeducandos, o Centro de Internação Provisória (CIP) encerrou as atividades do primeiro semestre neste mês de junho com uma programação lúdica. A ação com temática junina ocorreu nesta sexta-feira, 28, com a participação das equipes técnicas e familiares dos adolescentes.

A proposta busca fortalecer os valores da relação familiar, incentivar a profissionalização e retomada do ensino dos socioeducandos no processo de reinserção social. A iniciativa é coordenada pela equipe técnica da Fundação da Criança e Adolescente do Estado do Amapá (Fcria), que conta com pedagogo, psicólogo, monitor, educador e assistente social.

O pedagogo da Fcria, Aléx Baía, explica que o CIP acolhe menores que permanecem até 45 dias no Centro. Neste período, eles participam de programações temáticas e palestras que orientam novos caminhos para formação pessoal e profissional dos adolescentes.

“Esse é um momento integrativo com a família, para que eles se sintam acolhidos e fortalecidos nesse vínculo. Além disso, de uma forma descontraída e dinâmica eles aprendem a despertar para a profissionalização, uma maneira de incentivá-los a trilhar um caminho diferente para a vida deles”, explicou o pedagogo. 

Crédito: Israel Cardoso/GEA

No período de janeiro a junho deste ano, em média 60 adolescentes passaram pelo Centro, com faixa etária predominante de 16 a 17 anos. Nos últimos meses, o número reduziu de 20 acolhimentos mensais para 9.

O adolescente Gabriel (nome fictício), de 16 anos, completou 40 dias no Centro e ressaltou como este período o fez ver novas oportunidades na vida.

“Esse tempo no Centro foi muito importante para minha vida, aprendi coisas importantes e que me ajudarão a voltar a estudar para me profissionalizar, ter um emprego e ajudar a minha família”, declarou o adolescente.

 

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