A Polícia Técnico-Científica do Amapá (Politec) adquiriu um equipamento denominado "Flastcan", que auxilia na geração de laudos por meio de imagens de alta definição. Uma empresa do Estado do Pará ganhou a licitação. O equipamento já está disponível com a previsão para o funcionamento no final do mês de novembro.
O órgão já recebeu a visita de uma arquiteta encaminhada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf) que elaborou adaptações especialmente para o equipamento. O flastcan" será instalado próximo a sala de necropsia, nas dependências da Politec.
De acordo com o diretor-presidente da Politec, Salatiel Guimarães, o equipamento está em fase de teste em Belém/PA para posteriormente ser encaminhado ao Estado. Ele destaca ainda que a máquina vai possibilitar a Polícia Científica maior dinamismo e precisão na identificação da causa/morte dos indivíduos.
“Essa tecnologia é completamente digital com scaner 4D e auxilia os laudos sem a necessidade da presença física do médico legista que pode operar via internet com toda a riqueza de detalhes”, destacou.
A formação de imagens se dá com a tecnologia "digital flat panel" e são processadas em alto desempenho, facilitando que o profissional legista consiga por exemplo, identificar com facilidade em caso de morte por tiro a trajetória que a bala fez no corpo, além identificar o projétil alojado e também lesões sofridas pela vítima.
O corpo da vítima é colocado na máquina e em poucos minutos, a necrópsia completa está pronta, mesmo nos casos mais complexos. Com o cadáver no equipamento, o legista consegue, em tempo real, visualizar todos os detalhes necessários e elaborar seu laudo.
No Brasil existem somente em oito Estados que possuem o equipamento que custa em média o valor de 700 mil reais.
O órgão já recebeu a visita de uma arquiteta encaminhada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinf) que elaborou adaptações especialmente para o equipamento. O flastcan" será instalado próximo a sala de necropsia, nas dependências da Politec.
De acordo com o diretor-presidente da Politec, Salatiel Guimarães, o equipamento está em fase de teste em Belém/PA para posteriormente ser encaminhado ao Estado. Ele destaca ainda que a máquina vai possibilitar a Polícia Científica maior dinamismo e precisão na identificação da causa/morte dos indivíduos.
“Essa tecnologia é completamente digital com scaner 4D e auxilia os laudos sem a necessidade da presença física do médico legista que pode operar via internet com toda a riqueza de detalhes”, destacou.
A formação de imagens se dá com a tecnologia "digital flat panel" e são processadas em alto desempenho, facilitando que o profissional legista consiga por exemplo, identificar com facilidade em caso de morte por tiro a trajetória que a bala fez no corpo, além identificar o projétil alojado e também lesões sofridas pela vítima.
O corpo da vítima é colocado na máquina e em poucos minutos, a necrópsia completa está pronta, mesmo nos casos mais complexos. Com o cadáver no equipamento, o legista consegue, em tempo real, visualizar todos os detalhes necessários e elaborar seu laudo.
No Brasil existem somente em oito Estados que possuem o equipamento que custa em média o valor de 700 mil reais.
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