Uma nova audiência de conciliação sobre o auxílio funeral reuniu Governo do Amapá e Prefeitura de Macapá nesta segunda-feira, 17, no Tribunal de Justiça. A reunião foi necessária para o monitoramento do cumprimento de acordo e pactuação da Comissão de Intergestores Bipartite CIB (Estado-Município), referente benefício.
A gestora da Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims), Nazaré Farias, reiterou o compromisso sobre o cumprimento dos repasses que já foram acordados e garantiu que o repasse da terceira parcela, no valor de R$ 163.708,37, do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas) à Prefeitura de Macapá, será feito até o dia 24 deste mês. As parcelas subsequentes, com vencimento no dia 24 de novembro e 24 de dezembro de 2016, serão repassadas nos respectivos prazos.
“Cabe ressaltar que esse é um cofinanciamento. Embora o Estado repasse, o município não deve depender só desse recurso. Não tem justificativa fazermos o repasse e também contratarmos o serviço. Isso seria uma duplicidade de oferta”, ressaltou a secretária.
De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) é de responsabilidade das prefeituras garantir o auxílio funeral para as famílias no âmbito dos seus municípios. O governo apenas dá o incentivo e faz o monitoramento de aplicação do recurso, mas cabe a gestão municipal prestar o serviço social.
“Em casos de situações que extrapolem a capacidade do município de execução, como desastres, o Estado entra em caráter excepcional, e nós estamos concluindo licitação para no caso termos que atender excepcionalidades”, esclareceu Nazaré.
Segundo a planilha de valores, Macapá deve receber R$ 818.541,87 dividido em cinco parcelas, que encerram em dezembro deste ano. São mais de 2 milhões e meio destinados aos 16 municípios.
O recurso repassado para as prefeituras deve ser aplicado também para outros benefícios-eventuais como auxilio alimentação e auxilio natalidade. O Estado faz o monitoramento para certificar que os serviços estão sendo ofertados para a população, caso contrário o governo pode suspender o repasse, fazendo com que o município venha arcar com todas as despesas.
"O repasse é condicionado à execução do município, por isso estamos com equipes em campo fazendo o monitoramento para garantir a seriedade do processo",concluiu a secretária.
A audiência foi presidida pelo juiz Luciano Assis, com representantes da Secretaria de Mobilização Social (SIMS) e da Secretaria Municipal de Assistência Social e Trabalho (SEMAST)
A gestora da Secretaria de Estado da Inclusão e Mobilização Social (Sims), Nazaré Farias, reiterou o compromisso sobre o cumprimento dos repasses que já foram acordados e garantiu que o repasse da terceira parcela, no valor de R$ 163.708,37, do Fundo Estadual de Assistência Social (Feas) à Prefeitura de Macapá, será feito até o dia 24 deste mês. As parcelas subsequentes, com vencimento no dia 24 de novembro e 24 de dezembro de 2016, serão repassadas nos respectivos prazos.
“Cabe ressaltar que esse é um cofinanciamento. Embora o Estado repasse, o município não deve depender só desse recurso. Não tem justificativa fazermos o repasse e também contratarmos o serviço. Isso seria uma duplicidade de oferta”, ressaltou a secretária.
De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) é de responsabilidade das prefeituras garantir o auxílio funeral para as famílias no âmbito dos seus municípios. O governo apenas dá o incentivo e faz o monitoramento de aplicação do recurso, mas cabe a gestão municipal prestar o serviço social.
“Em casos de situações que extrapolem a capacidade do município de execução, como desastres, o Estado entra em caráter excepcional, e nós estamos concluindo licitação para no caso termos que atender excepcionalidades”, esclareceu Nazaré.
Segundo a planilha de valores, Macapá deve receber R$ 818.541,87 dividido em cinco parcelas, que encerram em dezembro deste ano. São mais de 2 milhões e meio destinados aos 16 municípios.
O recurso repassado para as prefeituras deve ser aplicado também para outros benefícios-eventuais como auxilio alimentação e auxilio natalidade. O Estado faz o monitoramento para certificar que os serviços estão sendo ofertados para a população, caso contrário o governo pode suspender o repasse, fazendo com que o município venha arcar com todas as despesas.
"O repasse é condicionado à execução do município, por isso estamos com equipes em campo fazendo o monitoramento para garantir a seriedade do processo",concluiu a secretária.
A audiência foi presidida pelo juiz Luciano Assis, com representantes da Secretaria de Mobilização Social (SIMS) e da Secretaria Municipal de Assistência Social e Trabalho (SEMAST)
- Local
- Macapá
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO





