sábado, 17 de outubro de 2026

CULTURA

Em celebração aos 78 anos da Escola Estadual Barão do Rio Branco, alunos da instituição vivenciam raízes do marabaixo, em Macapá

Com apoio do Governo do Estado, o Movimento de Jovens Afrodescendentes do Amapá trouxe elementos da manifestação cultural amapaense aos estudantes.

Gabriel Penha
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Marabaixo foi apresentado aos estudantes por meio de danças e palestras
Marabaixo foi apresentado aos estudantes por meio de danças e palestras · Foto: Gabriel Penha

Crédito: Gabriel Penha/GEAMarabaixo foi apresentado aos estudantes por meio de danças e palestras

Alunos e professores da Escola Estadual Barão do Rio Branco, em Macapá, vivenciaram a cultura do marabaixo para celebrar os 78 anos da da instituição de ensino, considerada uma das mais tradicionais do estado. Com apoio do Governo do Amapá, o evento integra a Campanha de Popularização do Marabaixo nas Escolas Estaduais, promovida pelo Movimento de Jovens Afrodescendentes do Amapá nesta segunda-feira, 15.

Com danças e palestras, o momento de manifestação cultural levou o nome do marabaixo aos estudantes, para que os jovens possam conhecer e se apossar da tradição que tem as raízes amapaenses. A iniciativa tem o apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult) e Educação (Seed), a qual deve alcançar mais escolas da rede estadual de ensino. 

“A semana está bem movimentada, com uma programação recebendo a comunidade escolar. Para nós, é especial receber os marabaixeiros para socializar a nossa cultura com os alunos” reforça a diretora da escola, Maria de Nazaré Barbosa. 

Crédito: Gabriel Penha/GEA

Entre os alunos na programação, estava Jéssica Lorrane Oliveira, de 14 anos. A estudante do 9º ano do Ensino Fundamental já conhece a tradição e avalia positivamente eventos culturais em escolas públicas. 

“Já participei dançando no grupo do Ajudante, de Mazagão. Fico muito feliz de ver nossa cultura chegando aqui na escola e sendo mostrada aos alunos que ainda não conhecem”, disse a estudante. 

O presidente do Movimentos de Jovens Afrodescendentes do Amapá, Iury Soledade, destacou a satisfação de palestrar ao público e levar uma tradição, que além do Amapá, é reconhecido como patrimônio do Brasil. 

“O marabaixo  deve estar nas escolas, no fazer pedagógico, de forma permanente. Dialogar e transmitir a tradição para a juventude é contribuir para sua divulgação e salvaguarda”, explica Soledade. 

Crédito: Gabriel Penha/GEA

Crédito: Gabriel Penha/GEA

Crédito: Gabriel Penha/GEA

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