
Os técnicos e técnicas da Secretaria de Políticas para Mulheres integram a Operação Àtria
O município de Tartarugalzinho, distante cerca de 230 km de Macapá, foi o primeiro do estado a receber a Operação Átria, que iniciou no dia 1º de março. O Governo do Amapá integra a força-tarefa que acontece simultaneamente em todo o Brasil, com medidas de enfrentamento à violência doméstica e de gênero.
A Secretaria de Estado Políticas para Mulheres integra a operação, com ações educativas e encaminhamentos aos serviços de assistência psicológica e social, além do acolhimento às vítimas. As orientações para a comunidade aconteceram em diferentes pontos de Tartarugalzinho: Câmara Municipal, Secretaria Municipal de Mulheres, Sala do Empreendedor do Sebrae e na Escola Estadual Alzira de Lima Santos.
Umas das pessoas orientadas foi a artesã Maria Flor (nome fictício), de 19 anos, que tinha dúvidas sobre como denunciar a violência.
“Gostei muito dos esclarecimentos sobre a violência doméstica, sobre a Lei Maria da Penha. Tinha dúvidas que foram esclarecidas de como a gente pode denunciar a violência, mesmo não sendo a vítima”, pontuou a artesã.No Amapá, todos os municípios receberão equipes da operação, porém cinco cidades terão ações mais incisivas das forças policiais por registrarem os maiores índices de violência contra o público feminino, de acordo com a Polícia Civil. Além de Tartarugalzinho, serão alcançadas as cidades de Oiapoque, Laranjal do Jari, Pedra Branca, Porto Grande, Macapá e Santana.
“A Secretaria de Políticas para Mulheres entra como parceira no sentido de fornecer técnicos e técnicas para acompanhar essa operação, que é tão importante no mês que celebramos o Dia Internacional da Mulher. Átria é a principal estrela da constelação do Triângulo Austral do hemisfério sul, e em alusão ao posicionamento dessa estrela na nossa bandeira, a ideia da Operação é reposicionar as mulheres agredidas na condição de vítimas e devolvendo a dignidade”, destacou secretária de Políticas para Mulheres, Adrianna Ramos.
Força-tarefa
A operação conta com o apoio da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), através da coordenação da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher (DECCM). Participam, ainda, a Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres, Patrulha Maria da Penha e o Ministério Público do Amapá.
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