
A ação reforça a parceria de defesa da sociedade com o Ministério da Justiça e Segurança Pública
Como parte das políticas de proteção ao cidadão e combate à criminalidade no Amapá, o Governo do Estado divulgou nesta sexta-feira, 16, o balanço do primeiro mês de atuação da "Operação Protetor da Fronteira e Divisas". A ação reforça a parceria com Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Durante o período de 9 de janeiro até o dia 13 de fevereiro, mais de 1,7 mil pessoas já foram abordadas. O registro das ocorrências contabiliza ainda, apreensão de armas, entorpecentes e prisões.
A Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), explica que o objetivo é manter o policiamento ostensivo e preventivo nas regiões de fronteira com outros países e divisas com outros estados, além de ações de inteligência, investigação, repressão e prevenção às ocorrências de mortes violentas intencionais, com maior presença das forças de defesa social nessas áreas do Amapá.
No estado, a ação contempla, especificamente, os municípios de Oiapoque, Calçoene, Pedra Branca do Amapari e Laranjal do Jari. Macapá e Santana também recebem os agentes, pois apesar de não serem municípios fronteiriços, são cidades estratégicas dentro do planejamento da Operação Protetor da Fronteira e Divisas.
A iniciativa está inserida no Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas, da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ).
Acompanhe os registros:
- Pessoas abordava: 1.715;
- Veículos fiscalizados: 499;
- Barreiras policiais: 51;
- Registro de Boletins de Ocorrência: 13;
- Armas de fogo apreendidas: 2;
- Porções de drogas: 120;
- Prisões: 16 pessoas foram presas, sendo uma com mandados em aberto e duas com restrição de horário, descumprindo ordem judicial.
Desde 2023, as operações ganharam o reforço tecnológico, com o uso de drones, adquiridos através dos alinhamentos diretos do governador Clécio Luís junto ao Governo Federal. Os aparelhos têm aumentado a eficiência no trabalho policial, como foi constatado em eventos como a Expofeira, celebrações públicas de final de ano e, recentemente, o Carnaval 2024.
"Em todo o Amapá, foram registradas apenas 7 ocorrências sem gravidade durante os eventos de carnaval. Um dos destaques foi o não registro de casos de violência contra a mulher, mostrando que as iniciativas da Segurança Pública do Governo do Amapá e outros órgãos envolvidos na temática tiveram êxito no papel de prevenir e orientar as pessoas", enfatizou José Neto, secretário de Segurança Pública.
Alinhamentos para 2024
A Sejusp reforça que as operações de 2024, seguem as mesmas estratégias de integração já utilizadas em ações anteriores, como aconteceu nas operações Hórus e Paz.
"As ações coordenadas e, muito bem ajustadas, têm sido o carro-chefe da Segurança Pública no sentido de que as operações são fundamentais para a diminuição de dados de violência no Amapá. Em análise, no período antes das operações tínhamos um cenário e, após o início das ações, temos um cenário melhor e que está perdurando, tendo efeito muito mais favorável no desempenho da segurança pública e na proteção da população", assegurou coronel Costa Júnior, coordenador estadual da operação no Amapá e chefe do setor de Estratégia Nacional de Segurança Pública nas Fronteiras (Enafron/Sejusp).
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