sábado, 17 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Amapaenses contam o que esperam para 2024 ao curtir o Réveillon Beira Rio na orla de Macapá

Programação do Governo do Estado celebra conquistas e oportunidades do ano que se encerra.

Redação
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Crédito: Crystofher AndradeAdvogado Diogo Fonseca, de 37 anos, levou o filho pra curtir o Réveillon Beira Rio

O Réveillon Beira Rio 2024, organizado pelo Governo do Amapá, também é um momento para celebrar todas as conquistas do ano que passou, marcando o fim de um ciclo e o início de outro.

É um período em que as pessoas têm a oportunidade de refletir sobre suas experiências e obstáculos do ano que se encerra, ao mesmo tempo em que renovam suas esperanças para o futuro.

"Escolhi a Beira Rio para passar junto com meu filho, não só pelo ambiente na orla, mas também para admirar a cantora Ana Castela e o grande Zé Vaqueiro. Além disso, vim comemorar as conquistas desse ano e pedir muito trabalho, felicidade, amor e claro, saúde", celebrou o advogado Diogo Fonseca, de 37 anos.

Fonseca veio do bairro Universidade, na Zona Sul de Macapá, acompanhado do filho, o pequeno José, de 9 anos. Pai e filho compartilham a mesma cor de camisa, que, para eles, simboliza mais dinheiro e esperança para o ano que virá.

Crédito: Crystofher Andrade

"Para o próximo ano que virá, eu peço em nome de todos mais saúde, boas energias e, principalmente, dinheiro. Mas, falando de mim, eu tenho um grande sonho: fazer meu doutorado. Estudar é minha meta principal", almeja o professor Cássio Beltrão, de 37 anos.

Beltrão veio do bairro Marabaixo 2, na Zona Oeste da capital, acompanhado da família e amigos para assistir o show do cantor Leonardo, do qual é fã.

Crédito: Crystofher Andrade

"Peço mais tolerância, respeito e saúde para todos nós. Uma realização pessoal que eu sonho a cada dia é passar em um concurso que quero fazer e continuar estudando o curso que amo", vibrou o estudante de direto, Pedro Paixão, de 19 anos.

O estudante veio do bairro Pacoval, na Zona Norte de Macapá, para acompanhar os shows ao lado das primas, grandes fãs da cantora Ana Castela, uma das atrações do evento.

Crédito: Crystofher Andrade

"As vendas estão maravilhosas. Estou muito feliz por tudo isso que o Revéillon Beira Rio está proporcionando. Quero isso que isso siga em 2024, além de eu conseguir conquistar meu maior sonho, que é cursar medicina", deseja o empreendedor Luan Pantoja, de 18 anos, dono da barraquinha "Churros do Luan".

O jovem trouxe o pequeno empreendimento do bairro Brasil Novo, Zona Norte de Macapá. A cor amarela, com a logo estampada do empreendimento, também simboliza para ele a esperança de mais dinheiro e sucesso no próximo ano.

Crédito: Crystofher Andrade

"Estou amando todo o evento, principalmente a organização que está sendo. Pela primeira vez prestigio algo dessa proporção. Nunca tinha visto uma programação desse nível", comenta o estudante de jornalismo, Paulo Rafael Silva, de 21 anos.

O futuro jornalista veio do bairro Zerão, na zona Sul de Macapá, junto com mais duas amigas para aproveitar a festividade. Para o próximo ano que virá, Paulo sonha em concluir os estudos e ter novas experiências no ramo da comunicação.

"Que 2024 seja a continuidade desse ano. Espero que surjam novas oportunidades, tanto na área que amo trabalhar, quanto em outras coisas", finaliza o estudante.

Réveillon da Beira Rio 2024

O Réveillon Beira Rio teve início neste sábado, 30, com nomes consagrados da música autoral regional e nacional, como o cantor Zeca Baleiro e apresentação do Furioso Carabao. O evento continua nesta segunda-feira, 1º, no anfiteatro da Fortaleza de São José, com os shows dos cantores Tiee, Mari Fernandez e Felipe Amorim. Os três dias de celebração reúnem 60 atrações, sendo 10 nacionais.

A estrutura do Réveillon da Beira Rio traz um ambiente totalmente moderno, com palco, som e iluminação, garantidos pelo Governo do Estado. Os demais investimentos foram garantidos junto ao Ministério do Turismo e ao setor privado, com recursos garantidos por articulação do senador Davi Alcolumbre.

O retorno do Réveillon é o estabelecimento de uma nova marca para o Amapá, que se projeta no roteiro de grandes eventos nacionais do fim de ano, movimentando a economia, o turismo, a cultura e as produções locais. Segundo a Secretaria de Estado do Turismo (Setur) a expectativa é que, a cada R$ 1 investido, retorne de R$ 5 a R$ 7 para o estado.

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