
Mônica conta que fechou o local durante a pandemia de coronavírus, em 2020, e desde então, parou de empreender
O Réveillon Beira Rio 2024, organizado pelo Governo do Amapá, reúne diversos empreendedores locais que desejam fazer uma renda extra neste fim de ano. Entre eles, está a autônoma Mônica Moraes, de 50 anos, que comemorou a oportunidade de retornar às vendas em um pequeno bar na orla da Fazendinha.
Mônica conta que fechou o local durante a pandemia de coronavírus, em 2020, e desde então, parou de empreender.
“Devido ao vírus, os eventos realizados aqui pararam de acontecer, o que fez com que tivesse poucos clientes na região. Esse evento trouxe muitas pessoas e turistas. Aí eu pensei 'esse é o momento que eu devo voltar'. Eu não esperava por todo esse movimento que está bastante grande", comemorou a empreendedora.
O garçom José Luís Alves, de 23 anos, conta que se surpreendeu com a grande movimentação no local. Para ele, as vendas da noite superaram todas as expectativas.
Além disso, José afirma que os pratos mais famosos da gastronomia amapaense são os mais vendidos, como o camarão no bafo e o peixe ao molho branco.
“É maravilhoso. Não esperávamos uma movimentação tão grande essa noite. Muita comida saindo, principalmente o camarão no bafo. Surpreendeu e não temos do que reclamar”, afirmou o jovem.
Réveillon Beira Rio 2024
O Réveillon Beira Rio teve início neste sábado, 30, com nomes consagrados da música autoral regional. O evento continua neste domingo, 31, e na segunda-feira, 1º, no anfiteatro da Fortaleza de São José. Os três dias de celebração reúnem 60 atrações, sendo 10 nacionais.
A estrutura do Réveillon da Beira Rio traz um ambiente totalmente moderno, com palco, som e iluminação, garantidos pelo Governo do Estado. Os demais investimentos foram garantidos junto ao Ministério do Turismo e ao setor privado, com recursos garantidos por articulação do senador Davi Alcolumbre.
O retorno do Réveillon é o estabelecimento de uma nova marca para o Amapá, que se projeta no roteiro de grandes eventos nacionais do fim de ano, movimentando a economia, o turismo, a cultura e as produções locais. Segundo a Secretaria de Estado do Turismo (Setur) a expectativa é que, a cada R$ 1 investido, retorne de R$ 5 a R$ 7 para o estado.
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