
Programação foi coordenada pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM), do município, que integra a Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres (SEPM)
Como parte da programação do Dezembro Vermelho, mês de prevenção à Aids, o Governo do Amapá, em parceria com Organização Não Governamental - Depac Fronteira, promoveu uma ação de conscientização, com distribuição de panfletos e orientações sobre combate ao ciclo da violência doméstica, na orla do município de Oiapoque, no extremo Norte do estado.
A programação, coordenada pelo Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM), do município, que integra a Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres (SEPM), também faz parte da campanha dos “16 Dias de Ativismo”, pelo fim da violência contra as mulheres, que segue até o próximo domingo, 10. De acordo com a secretária, Adrianna Ramos, as ações fazem parte do portfólio da instituição.
“Falar de forma aberta e transparente de como é a vida de quem vive com HIV não deve ser mais um ‘tabu’. Recentemente tivemos uma matéria a nível nacional mostrando os avanços na prevenção e medidas de urgência, como a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (Pep) e a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (Prep) que devem ser divulgados, e que estão disponíveis na rede pública de saúde”, enfatizou a secretária.
Uma das participantes da iniciativa, Claudia Lorenis Perdomo Montilla, conhecida por “Malabarista”, destacou que quanto mais ações educativas, haverá mais, educação, conhecimento e por consequência, prevenção.“Receber cada vez mais informações sobre o HIV, a Aids, é algo muito interessante para algumas pessoas, porque assim elas podem cuidar melhor da saúde. E prevenir é sempre melhor do que remediar”, reforçou Cláudia.
Dentro do evento, o Cram de Oiapoque, também levou atendimentos psicológicos e de assistência social à população, e dinâmica com as mulheres abordando as tipificações das violências contra mulheres.
A garimpeira, Fabiane Santos, de 38 anos, ficou satisfeita em participar do momento. “É muito importante esse tipo de ação de proteção para as mulheres, porque ainda existem muitos homens que praticam violência contra a mulher, nos mais variados tipos de agreção”, desabafou Fabiane.
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