
Encontro coordenado pelo Rurap, ocorreu na comunidade de Jaranduba e fez parte da ação humanitárias do Governo do Estado
O Governo do Amapá em parceria com a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e o Banco da Amazônia (Basa), reuniram com produtores familiares do Bailique, distrito de Macapá, para debater e montar sugestões, visando melhorias, no âmbito produtivo sustentável e estrutural nas comunidades do arquipélago.
O encontro, coordenado pelo Instituto de Extensão, Assistência e Desenvolvimento Rural (Rurap), ocorreu na comunidade de Jaranduba e fez parte da programação da ação humanitárias do Governo do Estado, que levou serviços de amparo, assistência social, saúde e educação, para a região afetada pela estiagem e salinização da água do rio Amazonas.
“Aqui estivemos para ouvir os nossos produtores do Bailique e eles nos repassaram as suas principais dificuldades em relação a agricultura familiar. Agora junto com os técnicos iremos formatar projetos estruturantes e firmar parcerias com governo federal para alavancar a produção da região”, destacou o diretor-presidente do Rurap, Dorival Santos.
Durante o encontro também foi exposto aos participantes um projeto de desenvolvimento sustentável do Arquipélago do Marajó, no Pará, e Arquipélago de Bailique, no Amapá, que é executado pelo Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) e coordenado pela Sudam.O projeto do ministério contempla o desenvolvimento sustentável, infraestrutura, regularização fundiária e fomento à produção agrícola; além de cultura e turismo. A inclusão do Amapá no projeto foi uma solicitação do vice-governador, Teles Júnior, junto ao ministro do MIRD, Waldez Góes.
“Essa escuta que realizamos junto com o Governo do Amapá, serve para levantarmos as prioridades dos produtores locais e em seguida montarmos um plano de atuação dentro dessas demandas apontadas pela comunidade”, declarou o administrador da Sudam, Ricardo Rocha.
Dentre as demandas apresentadas pela comunidade assuntos relevantes como energia elétrica ou solar, água potável e escoamento da produção, foram os pontos mais evidenciados pelos participantes. Ainda foi proposto pelos agricultores e pescadores a necessidade de conseguir financiamento pelo Basa.“Nós temos muitos problemas aqui no Bailique, mas também temos a esperança de que com esses projetos que vamos montar com o governo e esse programa da Sudam, temos mais motivos para acreditar. Vamos continuar trabalhando em busca de melhorias”, disse o pescador e presidente da Associação de Moradores de Jaranduba, Arimilton Amanajás.
Força-tarefa
Fizeram parte das escutas e debates com o produtores, diversos órgãos do estado como Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Amapá Terras, Planejamento (Seplan), Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnologia do Estado do Amapá (Iepa), Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (Setec) e Secretaria da Pesca e Aquicultura do Amapá (Sepaq).
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