O Amapá trabalha intensamente com estratégias de desenvolvimento, entre elas, o agronegócio que já é uma realidade.
O Governo do Amapá apresentou no 3° Encontro de Trabalho dos Procuradores Gerais de Justiça da Amazônia Legal, nesta quinta-feira, 1º, as estratégias que tem tomado focando o desenvolvimento econômico do Estado
Acompanhando o governador Waldez Góes, o secretário de Estado do Planejamento, Antônio Teles Júnior, foi o responsável pela apresentação do assunto, na sede do Ministério Público do Amapá.
Teles falou dos fatores que incentivam a produção no Estado. A interligação ao Sistema Interligado Nacional, a regulamentação da Zona Franca Verde e a transferência das terras da União para o Estado são consideradas as mais significativas.
Com essas condições favoráveis, o Amapá trabalha intensamente com estratégias de desenvolvimento, entre elas, o agronegócio que já é uma realidade. Para o secretário Teles, o desenvolvimento tardio pode ajudar o Amapá a não cometer os mesmos erros de outros Estados que cresceram economicamente, mas que hoje enfrentam graves problemas.
“É importante compartilhar com o MP nossas estratégias, porque isso vai ter um impacto sobre toda a sociedade. Desta forma, a instituição pode agir de forma preventiva e dar segurança jurídica para quem tiver interesse de investir na economia amapaense”, explicou Teles.
Para o governador Waldez Góes, saber a opinião e ter o aval dos órgãos de fiscalização garante a transparência e a efetividade do desenvolvimento almejado.
“É importante estarmos juntos nessa discussão. É nossa a responsabilidade de orientar a política econômica, mas é o Ministério Público quem faz a fiscalização e assegura o cumprimento da lei”, declarou o governador Waldez Góes.
O evento
O 3° Encontro de Trabalho dos Procuradores Gerais de Justiça da Amazônia Legal, que encerra na sexta-feira, 2, tem o objetivo de discutir os desafios dos grandes projetos e seus impactos negativos na Amazônia Legal.
Estão sendo abordadas temáticas sobre o agronegócio e um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde, assim como debates sobre a regularização fundiária e estratégias a serem adotadas de forma integrada pelos MPs participantes do Grupo de Trabalho integrado pelos Estados do Tocantins, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Maranhão e Mato Grosso.
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