
Gêneros como o rock alternativo marcaram a noite
Diferentes estilos da cena musical amapaense celebraram a diversidade no domingo, 8, último dia da 52ª Expofeira do Amapá. Gêneros como pop, rock alternativo, pagode, sertanejo, bregas marcantes e a Música Popular Brasileira (MPB) atraíram o público com shows que duraram mais de oito horas no palco da Rainha e Diversidade do Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá.
A apresentação da noite ficou sob o comando da DJ Lobotomy, que além de anunciar os artistas, também tocou e apresentou performances ao público.
“É um verdadeiro orgulho ocupar esse espaço como a única artista queer a ser contemplada no edital da Expofeira, onde pude conduzir o palco apresentando a potência dos nossos artistas, além de mostrar a minha arte, a arte da nossa comunidade LGBTQIA+ no maior evento do nosso estado”, destacou a apresentadora.Dona de uma carreira sólida de 25 anos na música e com turnê nos Estados Unidos, a cantora internacional Taty Taylor soltou a voz com um repertório que considera como cheio de surpresas, trazendo ritmos como o pop, rock e tecnomelody para o prestígio do público.
“Eu sempre falo que o meu show realmente acontece ao vivo, é uma troca de energia com o público, às vezes eu não sei o que vou cantar, acontece na hora, no calor da emoção. Isso é algo que vem desde a banda Babilônia e faz parte da Taty Taylor”, disse a cantora.
Valorização do artista amapaense
Durante a 52ª Expofeira do Amapá, o Governo do Estado valorizou o trabalho de cerca de 600 artistas locais, que, ao longo dos dez dias de evento, se dedicaram a animar os visitantes em dez palcos montados no Parque de Exposições.
A dona de casa Ricelle Lacerda, de 49 anos, aproveitou o último dia do evento junto de sua família, prestigiando os shows do palco da Rainha e Diversidade. Para este dia simbólico, fica a saudade da feira que retornou em sua magnitude, trazendo renda, empregos e a valorização da cultura em suas mais variadas expressões.
“A Expofeira está muito linda e emocionante, valorizando não só os artistas nacionais, mas os artistas locais também, pois temos muita coisa bonita a ser mostrada. Hoje, o sentimento já é de saudade e a expectativa para que a festa do ano que vem supere tudo o que este ano foi, um sucesso estrondoso”, concluiu Lacerda.
Além de Taty Taylor e DJ Lobotomy, o palco da Rainha e Diversidade contou com sequências da DJ Dominatrix e MC Will, e o som das bandas Cadillac Blue, Indiegentes, Stereovitrola, SPS12, Mini Box Lunar, Ômega 3 e Canal Norte. As vozes de Michelle Maycoth, Ingrid Sato, Jeane Souza, Rafaella Esteffans e Mauro Cotta também marcaram o show de encerramento.
- Leituras
- 0 leituras
Receba notícias no seu e-mail →
Relacionadas

COMUNICAÇÃO
‘Hoje consigo entender o que está acontecendo com a minha saúde", diz mãe surda após viver gestação com apoio de intérpretes do Cilsaúde

COMUNICAÇÃO
'Dicas de ouro para quem empreende', diz participante do ELAS 2026 sobre temáticas abordadas na primeira noite do evento

COMUNICAÇÃO
Nota de pesar pelo falecimento do artista amapaense Amadeu Lobato

COMUNICAÇÃO










