
Mulheres recebem orientações na unidade móvel da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres
Na 52ª Expofeira do Amapá, o Governo do Estado oferece serviços voltados ao público feminino, como assessoria jurídica, enfermagem, fisioterapia, assistência social e psicologia, além da divulgação dos trabalhos realizados por órgãos e instituições que compõem a Rede de Atendimento à Mulher (RAM).
As ações estão disponíveis até domingo, 8, na unidade móvel da Secretaria de Estado de Políticas para Mulheres, de 17h às 22h, na entrada principal do Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá.
A secretária de Políticas para Mulheres, Adrianna Ramos, considera que a presença dos serviços é essencial para reforçar as orientações ao público feminino em uma programação que, diariamente, atrai milhares de visitantes.
"Nesta edição, o Governo do Amapá trouxe a Unidade Móvel da Secretaria de Políticas para Mulheres com o objetivo de acolher e divulgar os serviços disponíveis", disse a gestora.
Uma das visitantes da feira, Ellen Carvalho, de 29 anos, apoiou a iniciativa de levar para dentro da Expofeira, informações que possam alertar as mulheres. Ela enfatiza que muitas vítimas nem sabem que estão sofrendo algum tipo de violência.
"Achei muito interessante esse espaço, porque as mulheres precisam saber quando elas estão sofrendo ou quando elas nem sabem que estão. Não conhecia os serviços da secretaria e achei muito surpreendente saber que temos todo esse apoio. E digo para quem ainda não teve a oportunidade de sair do ciclo da violência: buscar ajuda é a melhor saída", reforçou a visitante.
A unidade móvel também disponibiliza um fraldário para apoio às mães que precisarem. A contadora Renata Souza achou interessante o espaço de divulgação da SEPM.
"Achei muito importante esse espaço dentro da Expofeira, porque há muitas mulheres fragilizadas que precisam desse apoio", disse a contadora.
Já a servidora pública Karolina Tamiles considera que o papel da Secretaria está sendo reforçando junto a população. "Achei interessante esse suporte às mulheres, que muitas vezes não conseguem denunciar e sair da violência. Então esse trabalho só reforça que não devemos aceitar mais violência contra as mulheres", disse a servidora.
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