sábado, 17 de outubro de 2026

COMUNICAÇÃO

Interatividade faz visitante mergulhar na história da arqueologia do Amapá durante a 52ª Expofeira

Totem do Iepa traz informações sobre os sítios arqueológicos e as peças encontradas neles.

André Silva
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Eduardo Pantoja, de 20 anos, aproveitou para conhecer mais sobre a arqueologia
Eduardo Pantoja, de 20 anos, aproveitou para conhecer mais sobre a arqueologia · Foto: Erich Macias e Márcia do Carmo

Crédito: Erich Macias e Márcia do Carmo/GEAEduardo Pantoja, de 20 anos, aproveitou para conhecer mais sobre a arqueologia

Conhecer a história da arqueologia amapaense num simples toque de tela, é uma das experiências que o público pode ter ao visitar a 52ª Expofeira do Amapá, que acontece no Parque de Exposições da Fazendinha, em Macapá, até 8 de outubro.

O totem interativo está no stand do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa) e mostra um pouco da história pré- colonial amapaense. O ambiente digital é possível obter informações sobre os sítios arqueológicos e as peças encontradas neles. Algumas datam mais de mil anos atrás.

O Iepa tem catalogado materiais de 140 sítios que estão espalhados por todo o Amapá. Eduardo Pantoja, de 20 anos, é estudante de biologia e se interessou por arqueologia quando estudou história na Universidade Federal do Amapá (Unifap), onde chegou a cursar dois semestres.

"Me interessa bastante esse assunto. Visto que tem muitas pessoas que ainda não conhecem a nossa história, principalmente, vindo desse período pré-colonial, dos povos indígenas, então o Iepa, quando traz essas novidades é muito interessante porque abre olhares e isso é sensacional”, considerou.

Crédito: Erich Macias e Márcia do Carmo/GEA

A arqueóloga, Daiane Pereira, é do núcleo de pesquisa do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (Iepa). Criado há 18 anos, ele reúne coleções arqueológicas oriundas do estado, algumas datadas de 7 mil anos. O núcleo levou uma pequena amostra de peças para exposição com o intuito de instigar a curiosidade dos visitantes.

"São coleções principalmente de cerâmica, material lítico, que é como a gente chama nessa rocha manipulada, seja ela lascada ou polida. Mas a gente tem coleções de material ósseo também, de remanescentes humanos. A gente tá falando de coleções basicamente pré-coloniais, ou seja, antes da chegada do europeu, nessas populações indígenas", explicou Daiane.

Crédito: Erich Macias e Márcia do Carmo/GEA

Crédito: Erich Macias e Márcia do Carmo/GEA

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