
O grupo cultural é formado por pessoas, de todas as idades, classes e de vários partes do Amapá
O grupo é formado por pessoas, de todas as idades, classes e de vários partes do Amapá. Entre eles, o acadêmico de geografia Alcidinei Quadros, de 49, morador do bairro do Trem, que explicou que já conhecia o projeto, mas que pela primeira vez buscou participar das oficinas e aprender a tocar para se apresentar na avenida do samba, Ivaldo Veras. "Eu já conhecia o projeto, mas esse ano busquei entender mais. O Banzeiro é uma forma de valorizar a nossa cultura e acho fundamental esse resgate, que está sendo feito para que o nosso marabaixo e o nosso batuque possam permanecer vivos, se perpetuando entre as gerações. É uma honra participar desse momento de alegria e valorização das nossas tradições”, concluiu Quadros.O Banzeiro funciona de forma coletiva e oferece oficinas com caixas de marabaixo para todos que se interessam pelo instrumento. A volta do grupo vem proporcionando momentos de descontração em frente a Casa do Artesão, onde acontecem os encontros. O Banzeiro do Brilho-de- Fogo fechou o desfile cívico deste ano, com os participantes tocando, cantando e empolgando quem ficou até o final das apresentações no Sambódromo. O espetáculo do grupo incluiu, além dos percussionistas, as açucenas do marabaixo e o jardim do Banzeiro composto por crianças, que tornaram o desfile ainda mais contagiante.
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