
Serviços de fisioterapia, orientações jurídicas e palestras foram oferecidos durante a ação social
No mês que celebra os 17 anos da Lei Maria da Penha (nº 11340), o Governo do Amapá intensificou as ações do “Agosto Lilás” de conscientização e combate aos crimes contra a mulher. Como parte da iniciativa a Secretaria de Políticas para Mulheres (SEPM) promoveu no município de Tartarugalzinho a campanha: "Que tipo de homem você é? Que agride ou acolhe?", que teve como sede a Câmara de Vereadores.
A secretária de Políticas para Mulheres, Adrianna Ramos, destacou que a motivação da campanha é despertar nos cidadãos de todos os municípios o sentimento de indignação de qualquer tipo de crime contra as mulheres.
“É um mês importante para a política da mulher e fundamental que tenhamos ações em todos os municípios, principalmente nos lugares que ainda não temos unidades para que mais pessoas conheçam os serviços e acolhimento da Secretaria da Mulher,” disse Adrianna.
A ação ofereceu atendimentos sociais com serviços de fisioterapia e orientações jurídicas, além de palestras sobre a campanha Agosto Lilás, coordenada pela Secretária, que busca provocar uma reflexão de como a sociedade se comporta diante da violência física, sexual, psicológica, patrimonial e moral contra as mulheres e como denunciar.Para a secretária municipal de Políticas para Mulheres de Tartarugalzinho, Evanilce Amorim, o trabalho conjunto ajuda muito as mulheres de Tartarugalzinho.
“Agradeço o apoio do governador Clécio Luís e da secretária Adrianna Ramos, no trabalho que estão desenvolvendo em conjunto com os demais parceiros, disponibilizando serviços e informações necessárias para quem precisa”, disse Evanilce.
A presidente da Associação de Empreendedoras e Artesãs de Tartarugalzinho, Katiane Marques, destacou que a ação incentiva que mais mulheres tenham independência financeira dos seus parceiros.“Trabalhamos com empreendedorismo incentivando mulheres artesãs, costureiras, ambulantes e chefes de família. Vemos nessas ações um grande incentivo e um alerta para cada uma delas, porque muitas ainda dependem de seus parceiros. E esse apoio, com um olhar para a sociedade civil, olhando para os bairros mais carentes, conscientizando sobre a violência doméstica é fundamental", disse a presidente.
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